segunda-feira, 25 de abril de 2016

PREGANDO AOS INVERTIDOS


É claro que a mensagem de "Amor por Direito" é importante. Mas isto não torna o filme automaticamente bom: as intenções podem ser ótimas, mas a realização é apenas mediana. E isto apesar do empenho de Ellen Page, que também é produtora e tem aqui seu primeiro grande papel depois de sair do armário. Ela conseguiu reunir um elenco classe A para o remake de um documentário em curta-metragem que ganhou o Oscar há alguns anos. A história se mantém atual: um casal de lésbicas luta na Justiça para que uma delas receba a pensão da outra, que está com câncer terminal. O caso delas abriu as portas para muitos outros nos EUA, e poderia servir para comover os nossos atrasados legisladores. Só que dificilmente eles se interessarão por este filme. Com cara de ter sido feito para a TV (mas não foi), "Amor por Direito" só vai atrair quem já está do seu lado. Nem como propaganda ele funciona.

6 comentários:

  1. Posts muito chatos. Ninguém tá com cabeça para ler crítica de cinema.

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    1. Muito pelo contrário...concordo/discordo,aprendo,servem de referência seus posts sobre teatro,cinema,shows...Don't stop!

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    2. Fica lendo tweet do Zédia ou da Cynara então, é a chance de assistir o vexame em público dessa turma pixulenta.

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    3. ...eu estou!!! Desculpa aí...

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  2. Filme com mensagem, sono eterno, ainda mais de ativista, prefiro ver tv Cultura, aquela que dá traço kkkkk

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  3. Mais um filme gay voltado para gays e simpatizantes.

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