sexta-feira, 13 de novembro de 2015

LÉSBICA DA CINTURA PARA CIMA

Cêis viram o tal do estudo que garante que nenhuma mulher é 100% hétero? Só existem lésbicas e bissexuais nesse mundo velho sem porteira. Hmm, não duvido. Várias meninas já me disseram que acham o corpo feminino "mais bonito", e se espalha entre as universitárias do Brasil o fenômeno "LUG" ("lesbians until graduation", lésbicas até a formatura). Mas a melhor resposta foi a que uma amiga me deu: ela assumiu de boas que é lésbica da cintura para cima. "Sou capaz de fazer tudo com os peitos e a boca de outra mulher.  Mas para baixo, sei não..." Ixe, então eu também sou.

14 comentários:

  1. Então vamos formar um bloco de carnaval, que eu também sou.

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  2. Gays adoram falar que pega(ria)m mulher. Depois ficam acusando a sociedade de heteronormativa.

    Cadê coerência?

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    1. Abra a cabeça, mona. Não é heteronormatividade, é fluidez sexual e respeito. Muito melhor tratar bem as garotas do que ficar falando do corpo feminino como algo alienígena ou dizer "que nasceu de cesária para nem passar por lá".

      Quer respeito, então respeite.

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    2. Fluidez sexual é o novo lema do bissexual que não se assume sequer para si. Tô fora! #Gay100%

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  3. Lésbicas de balada, né? Quando amadurecem e querem formar família, quando a idade da farra acaba, é com homem que casam. Lésbica de balada não é lesbica.

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    1. É tudo lesbo preguiçosa, depois arrumam homem pra viver no sistema sem ser chamada de caminhoneira.

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    2. Ou então ficam igual a certas cantoras da MPB. que passam a vida pegando todas e envelhecem solitárias.

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  4. Gente, que desfile de preconceito e ignorância....lésbicas, gays, heteros... Se não tratarmos os diferentes iguais, como podemos querer que nos tratem da mesma forma? Melhorem!!!

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  5. A Inês Brasil não é lésbica, ela é gay, adora pegar viado e levar porrada deles.

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  6. https://m.youtube.com/watch?v=AJQZFUhfjMQ

    Eli Vieira teve mais uma vez que elucidar um assunto mal interpretado.

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  7. eu estive aqui e avisei da relação excessivamente amistosa da França com o mundo árabe muito antes desta crise na Síria - me ridicularizaram, os mais educados me chamaram de fatalista e catastrofista, e aí está a verdade estampada em todos as primeiras páginas de todos TODOS os portais - já posso mijar na boca de todos os viados levianos que espezinharam da minha previsão? Era realidade dedutível a qualquer um. Espero que a Tonyah Carey tenha a lucidez de tratar com mais atenção quem vem aqui falar com seriedade. E que saiba moderar a putaria que espaços excessivamente democráticos - como este blog - se tornam. Tá bom pra bancada viada o derramamento de sangue em Paris, ou não? Tá bom para a francófona dona do blog, ou não, vamos enfiar mais muçulmanos a bel prazer mundo afora? Já posso ficar mais uns meses sem aparecer por aqui. Ainda bem. Na Inglaterra é fácil ir dar pinta, manda o 'Põe na Roda' exibir o ativismo de esquina de motel deles na praça vermelha , ou no Irã.

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    1. Porque colonizar o que restou do Império Otomano, depois dar indepedência fazendo divisas aleatórias e atualmente lançar mísseis no Oriente Médio sempre deu certo né, querida?

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    2. Divisas sempre existirão. Concordo com o Anon. 4:11 e digo mais: numa invasão islâmica, as bicha defensoras das "pobres vítimas" muçulmanas serão as primeiras a perder a vida com uma faca enfiada no pescoço, caso a queda do prédio e as pedradas não sejam capaz de matá-las

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  8. Acho que essa pesquisa mostra como o corpo feminino é mais sexualizado e exposto, por isso nem mulher que se considera hétero fica indiferente.

    Esses comentários preconceituosos só mostram como tem gay que se odeia, típico.

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