sexta-feira, 18 de setembro de 2015

GIVE ME ONE IN EVERY COLOR

Já está disponível nos Estados Unidos essa versão de Doritos com as cores da bandeira LGBT. Só dá para comprar online e cada pacote custa pelo menos 10 dólares - na verdade o freguês pode pagar o quanto quiser acima disto. O lucro vai todo para a ONG It Gets Better, que ajuda vítimas de bullying. Também é bem bacana o slogan da campanha: "There's nothing bolder than being yourself" (não tem nada mais corajoso do que ser você mesmo). O curioso é que esta assinatura é EXATAMENTE o oposto do conceito por trás do infame comercial que o salgadinho veiculou no Brasil em 2009. O filme, que causou polêmica e chegou a ser denunciado pelo próprio Conar, mostrava um garoto dançando ao som de "YMCA", só para ganhar olhares desaprovadores. E aí entrava um locutor dizendo: "Quer dividir alguma coisa com os amigos? Divide um Doritos". Na época a agência e a marca juraram de pés juntos que não, imagina, não somos homofóbicas, temos até amigos gays. Não colou, e mesmo assim o comercial não foi tirado do ar. Hoje em dia talvez a história fosse outra, haja vista o quiproquó enfrentado pelo creme dental Close-Up. Agora ficou bem mais fácil ter coragem para ser gay. Mas, cadê a coragem para comer Doritos azuis?

74 comentários:

  1. porque um salgadinho super não saudável coloriu é super incrível
    o Steve Jobs também lançou aqueles tais Products RED, mas ele era o homem mais egoísta da industria tecnologia, não acredito muito nessas táticas, porque não tem consciência de comunidade ou de sociedade

    é a mesma coisa que a unicef apoiar o mc donalds.

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  2. Nunca achei o comercial anterior homofóbico. Pura histeria mimimística.

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    1. "Quer dividir alguma coisa com os amigos? Divide um Doritos" Ou seja, não dividas o fato de gostar de uma música que é um hino gay, ou ainda a sua eventual homossexualidade.

      Homofobia detected! (E olha que eu sou um 'militante' do anti-mimimismo)

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    2. Ou "Não divida uma música ícone da cafonice e de fim de festa de casamento brega, e com uma dancinha que mata de vergonha". Enfim, depende do que cada um está condicionado a ver nas coisas... Acho que rola um mimimi sim. Não estou em momento algum negando a existência de homofobia séria no mundo, nem o quão prejudicial ela é. Mas também é inegável uma tendência que se instalou de ficar procurando homofobia em tudo o que é lugar. Vítimas perdem a empatia quando encarnam o vitimismo quase como missão de vida.

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    3. É que você deve ser bem mais jovem, Anônimo 13:57, para considerar YMCA só uma "cafonice" (risos).

      * * *

      Muita gente tem se tornado especialista em mimimi, nisso você está coberto de razão. Além de tremendamente chato, esse povo mais tumultua que esclarece. Mas isso não quer dizer que o comercial não era composto por certas questões, digamos, jocosas: (1) Por que teríamos de não mostrar ao mundo como somos, de que música gostamos, ou quais são nossas verdadeiras opiniões? (2) Deveríamos evitar nos expor só para não sofrer com a pressão do grupo? (3) Por que o comercial apresenta a auto-repressão como algo positivo?...

      * * *

      Desde que essa discussão não extrapole, acho fundamental que os eventuais incomodados expressem seus sentimentos. Serve, entre outras coisas, para afinar as fronteiras do debate público.

      Não estou falando aqui de aceitação. Não acho que devemos sempre aceitar o outro, mas, sim, respeitá-lo na medida em que somos respeitados. Digamos que a (boa) linguagem serve para fixar os limites da cortesia.

      A título de ilustração: Posso fazer uma piada com Jesus Cristo? Posso, mas sei de antemão que irei ferir certos sentimentos que são legítimos. O que permite que eu tenha essa percepção? A linguagem que foi construída pelos que expressaram suas visões de mundo antes mesmo de eu pensar na minha pilhéria.

      Ajustando o cenário para o nosso caso: Posso fazer um comercial jocoso com elementos da 'cultura gay'? Posso, mas por que fazê-lo se meu objetivo não é atacar, mas vender salgadinho? O ponto é que, se os gays incomodados não se manifestam, não haverá limites claros na linguagem corrente e isso ocorrerá de novo - e de novo - indefinidamente. Capiche?

      O tema é um pouco mais complexo, mas esse resumão já serve para ilustrar o que penso. Ademais, também tenho horror a vitimismo e urticária com gente que 'capitaliza' sendo a vítima-mor, mas isso não quer dizer que eu tenha de abrir mão dos fundamentos da civilidade.

      ;-)

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  3. Doritos engorda e as bandeiras do arco iris são muito "ativismo gay" pras Meninas AA. Segundo os empresários do "tacky pink money" a estratégia tinha que ser mais cool. Mais "classic".
    A verdadeira nação gay e simpatizantes não se importam e abraçam a campanha do Doritos de braços abertos.

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  4. Tenho q concordar com o segundo anônimo. Também não vi nada de homofóbico no primeiro comercial. Esse povo gosta de ver cabelo em ovo (aquela carinha) rs

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  5. Na época com comercial conversei com vários amigos e somente a minoria deles viu algo homofóbico. A questão é que a música do comercial é ridícula e a coreografia uma das coisas mais ridículas que alguém pode dançar atualmente e muita gente também faria uma cara desagradável ao ver alguém dançando. Mas alguns gays, a minoria, achou que trstava-se de homofobia. E não era.

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    1. A questão vai um pouco além do "achei" ou "não achei". A intenção da agência pode nem ter sido fazer uma piada homofóbica (o que eu duvido, porque a Almap/BBDO tem um histórico de campanhas homofóbicas). Mas acontece que ŸMCA"é SIM um hino gay. Eu já era grandinho na época em que saiu a música, cantada pelo Village Poeple - um grupo formado por caras representando os estereótipos gays presentes no bairro nova-iorquino do Greenwich Village.

      Até os anos 80, a Associação Cristã de Moços era um dos lugares onde a pregação gay rolava mais solta nos EUA. A música é irônica, referindo-se à "Y" (para os íntimos) como um local de apoio aos jovens desorientados, quando na época todo mundo sabia o que acontecia lá dentro.

      Portanto, é óbvio que o comercial permite SIM uma leitura homofóbica. Se a agência e o cliente não sabiam disso (e é claro que sabiam), fizeram errado o dever de casa. Aliás, em 2009 eles pagaram um dobrado para evitar um desastre de relações públicas (e não conseguiram).

      No final das contas, sabe porque o filme não foi tirado do ar? Porque custou caríssimo. Os direitos para usar essas músicas pop custam os olhos da cara.

      Homofóbica ou não, aquela campanha continua sendo o oposto da atual. A campanha antiga dizia que não era bom você ser você mesmo na frente dos outros; a atual, estimula.

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    2. Esses símbolos gays dos anos 70 cairam em desuso. A bandeira do arco iris, Abba, Village People, YMCA, etc...tudo isso colocaram num caixão e enterraram pra dar vida à um novo gay, profissional e integrado. Esse foi o principal motivo pq o comercial na época não tinha sido aceito.

      O mesmo acontece agora com os símbolos dos gays dos anos 90/2000. A estética clubber, barbies, gays perfeitos, etc...acabaram de ser rejeitadas no comercial do closeup no instagram. Acusaram de discriminatório o fato de usarem apenas homens idealizados e brancos.

      Honestamente, eu gosto da imagem do gay caricato, negro, gordo, etc...em comerciais. Sempre houve uma crítica de que esse tipo de gay caricato em propaganda não ajudava na aceitação do gay na sociedade. Hoje vemos o oposto.

      O ponto é que esses gays belíssimos, de circuit parties e idealizados estão sendo enterrados e ficaram ultrapassados. Assim como o foram os gays que seguiam a estética dos anos 70.

      Pelo que entendo, a nova cultura gay é democrática, a onda agora são os gays urbanos, usando fast fashion, trabalhando em start ups, mais negros, mais afeminados, sem modismos, incluidos e menos elitistas. Essa fronteira hetero/gay está sumindo. Tá tudo misturado.

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    3. Eu acho irônico vc falar que gays belíssimos de circuit parties estão ficando fora de moda, e ao mesmo tempo fala que a nova cultura gay tem menos modismo. É puro modismo até agora mona. Olha só o que vc mesmo disse: "usando fast fashion, mais afeminados". Isso também é moda. E se a fronteira hetero/gay esta sumindo entao pq somos agora mais afeminados? Sendo mais afeminados nao faria aumentar "a fronteira"? O que vc fala simplesmente é completamente contraditório. Melhore bicha.

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    4. Anônimo 13:21. Melhore vc e pense.
      A fronteira hetero/gay está sumindo pq somos mais aceitos, inclusive sendo mais afeminados e menos reprimidos. Gays hoje não precisam de serviços especializados pra eles como 30 anos atras, concorda? Poder ser mais afeminado não aumenta a fronteira, pelo contrário, diminui.
      Não há contradição alguma. Ser mais afeminado não tem nada a ver com moda. Quanto ao fastfashion quis me referir a democratização do espaço gay.
      Ainda tem gente querendo manter esses "super-homens", carregados de marcas, luxo e estereótipos. Mas não dá pra negar que se tornaram todos decadentes. Ostentação "Eurotrash" de Instagram. Cafona demais. Desculpe "meu querido"...

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    5. Pode ser afeminado, menos no Grindr, isso lá é pior do que ser homofóbico. OH WAIT.

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    6. Creio que os publicitários da campanha não tenham todas essas referências especificas da cultura gay, por isso não acho improvável que o mote da campanha seja a sugestão de que seria um mico compartilhar em público a coreô esquisita. Faz mais sentido do que afirmar que seria um mico compartilhar em público sua sexualidade.

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    7. De qualquer forma, eu acho o conceito horrível. Vai na contramão do clima atual, pró-diversidade e pró-aceitação, seja lá como você for.

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    8. Adoro as anônimas decretando o que é tendência e o que está ultrapassado no universo. Os argumentos são os melhores: "gays belíssimos estão enterrados, a onda agora são gays urbanos, usando fast fashion". Tudo dão fundamentado. Praticamente conclusões científicas, baseadas em pesquisas registradas em institutos internacionais. Só que não. Nada contra viu, se o que está na moda agora é ser gay pobre e feio então estou super na moda, mas não tem como deixar de achar graça desses achismos em formato de introdução de tese de doutorado em sociologia.

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    9. A mensagem que a publicidade passa é a seguinte: gay com poder financeiro deve ser bajulado, já o pobre...

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    10. Nem pobre, gosta de pobre, porque ninguém quer ser pobre. O PT que finge gostar de pobre pra assaltar o país e... não preciso falar mais nada né...

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    11. Polícia Ideológica18 de setembro de 2015 16:47

      Sempre vem um desavisado para por o PT na conversa que nada tem a ver com partido ou política nacional. Falta de leitura ou compulsão por briga de internet?

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    12. Desculpa seu polícia. Não sabia que é proibido por lei escrever o que vc não gosta de ler. Manda um link do decreto dos assuntos proibidos e dos permitidos. O link ou nada.

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    13. Psiquiatra Ideológico18 de setembro de 2015 18:24

      O diagnóstico do anônimo de 17:43 é personalidade refratária e irreverente sem causa, possivelmente causado por uma fixação na fase anal do desenvolvimento, Polícia. Não é caso grave, portanto não recomendo internação. Contudo, medicação seria producente.

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    14. Se falar mal do PT as defensoras da nova ordem mundial das bixas feias e pobres ficam tão doidas que tem até transtorno de personalidade kkkkk

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    15. Feias e pobres não! Elas são classe média como as black, AA, BB ou CC.

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  6. Em Salvador, só nesta semana dois casos de gays mortos em casa por desconhecidos que levaram para suas casas. As vítimas em um engenheiro e um professor.

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    1. Dangerous lifestyle dá nisso. Pleno 2015 e o povo levando adolescentes pobres pra casa. Pulsão de morte.

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    2. Adoro a inversão da culpa na nossa sociedade. Em vez de ficarmos escandalizados toda e cada vez que morre alguém que SOMENTE quis ter prazer em casa, escolhemos alguns desqualificantes de uma lista enorme para deixar bem claro que "bicha que procura, acha".
      Muda tudo, muda o mundo, e cá estamos pensando e agindo como sempre.

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    3. Polícia Ideológica18 de setembro de 2015 16:49

      A pessoa nem sabe se foi "adolescente pobre" que cometeu os crimes e ainda culpa a vítima. A outra generaliza um comportamento para toda a sociedade - se não para toda a humanidade horrível que não presta.

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    4. Ng inverteu a culpa. Mas a realidade está aí. Vc tem a opcao de se resguardar ou de se arriscar.

      Vou dar um exemplo: vc passa direto por um cruzamento, sem nem reduzir a velocidade, soh pq a preferencia eh sua? Blz, se bater vc estarah certo, a preferencia do cruzamento eh sua. Mas adianta tanto assim estar certo depois q jah bateu?

      Pior ainda quando essa batida pode terminar em acidente ou morte. Po, eh obvio q os marginais estao errados. Mas gays morrem dessa exata maneira ha decadas. Levam meninos pobres pra casa, lah os meninos ficam loucos com os bens materiais, ou bate a homofobia internalizada, ou tudo junto, o q seja. Isso quase sempre num clima de mto alcool e as vezes droga. Eh evidente q nao vai dar certo.

      A pessoa tem o direito de ter prazer em casa? Tem. Mas existem maneiras mto menos arriscadas de obter esse prazer. Cada um sabe qto vale sua vida. A minha nao vale uma gozada.

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    5. Quis dizer nao vale arriscar por uma gozada.

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    6. Polícia Ideológica18 de setembro de 2015 17:06

      Anonimo, então prova pra gente que quem matou os caras eram adolescentes pobres. Link ou nada. Chega de rumores infundados.

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    7. Aqui os links:

      http://m.correio24horas.com.br/noticias/single/noticia/homem-e-morto-a-facadas-dentro-de-apartamento-na-barra/?cHash=0dc9aa53b1a50a5efb4c8015a1d3f717

      http://m.correio24horas.com.br/noticias/single/noticia/professor-passou-dia-do-crime-na-praia-com-assassinos-diz-adolescente/?cHash=b09fec477d68b98552156dfbf44b9271

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    8. Bonita explicação, parece aquele deputado que vive às nossas custas com um discurso bélico e vitimizado. Mas não me convence.
      Vc parte de uma premissa equivocada: de que gays morrem pois o risco de morrer num encontro com alguém mais pobre é alto.
      Basta inverter o raciocínio: o psicopata de oportunidade percebe que matar gay não dá em nada, já que as próprias familias são as primeiras a abafar o caso, e aí é juntar a fome com vontade de comer.
      E ele só pensa e age assim pois gays, por mais que sejam personagens em novela, por mais que haja debates na Luciana Gimenez, são invisíveis na sociedade.
      É como matar pobre e matar rico. Qual a diferença entre matar um executiivo na Av Paulista e um camelô na zona leste? TODA!
      Estou usando esses argumentos para mostrar que eu acredito que nosso foco não pode nunca, jamais ser APENAS o manual "como sobreviver no meio gay". Não podemos nos acomodar evitando isso ou aquilo, não é tão simples como vc quis sugerir na analogia a atravessar uma rua.
      Porque todas as nossas ruas um dia estiveram fechadas pra gente, e só estamos abrindo algumas porque perdemos o medo de atravessar. Não podemos ter como regra que sair com um cara mais pobre é fazer por merecer.
      Não acredite que eu seja um ingênuo ou tolo que fica filosofando cego frente a realidade que nos cerca.
      Ao contrário. Eu, inclusive, tento escolher quem levar em casa.
      Mas entende que isso não pode ser nossa vida. Não podemos nos conformar com isso.

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    9. É por isso que não transo desde 2006 quando pisei nessa terra-bostolis!

      E nem precisa ser pobre. Homens, no geral, tem problema de auto-aceitação em serem gays. Gostam de projetar o ódio interno introjetado da sociedade e não por acaso, dizem os dados do Grupo Gay da Bahia, muitos dos casos a face das vítimas foram destroçadas, como se estivessem tentando destruir um espelho!

      As bichas têm culpa também forçando a ativa "bofezinho da rua" se sentir culpada pelo desejo homossexual comum próprio que tem, sendo forçada a manter um ideal do macho que não combina com seu eu verdadeiro interno! E assim mata a passivona neurótica com raiva pouco vista em crimes de homicídio nesse tão lotado de travestis que atendendem as MARICONAS chamado: BraZil!!!

      Adoro Doritos de tudo que é cor! Mas adoro mais ainda como eles copiaram o estilo do meu website com um fundo branco com o arco-iris irradiante na frente!

      The 5D Raver
      www.the5draver.info

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    10. Mono! Adorei seu site. Quando vc estréia o colunismo social UFO? Os ETs mais importantes e belos do universo precisam que vc, publisher, os apresentem aos terráqueos.

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    11. Anônimo 18:07, a "explicacao bonita" aqui me parece ser a sua, com discurso de empoderamento. E nao quero convencer ng. Nao preciso. Eu olho pros dois lados e atravesso a rua pela faixa de pedestres, com o sinal aberto pra mim. Boa sorte com seu samba no meio da avenida com os carros passando. Nao se preocupe, uma hora um te atropela.

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    12. Sempre achei colunismo social o cúmulo da cafonice! Agora sabendo dessas coisas de 5ª Dimensão, entendo direitinho o porque! Tem que ser um ser muito brega da 3ª Dimensão para se achar o máximo em aparecer em uma coluna social - e geralmente eles não ligam para qual que for!

      É a cafonice "rica" do tapete vermelho dos Oscars! Tudo terceiro dimensionalistas deslumbrados com a matéria, não importa o que está rolando ao redor - se são guerras de invasão, ou esgoto em céu aberto...

      No mais estou mandando mensagens telepáticas pros ETs!

      "Alô, alô, Marciano
      Aqui quem fala é da Terra
      Pra variar, estamos em guerra
      Você não imagina a loucura
      O ser humano ta na maior fissura porque
      Tá cada vez mais down no high society"

      O tema é velho! Mas fazer o que? NINGUÉM NO BRASIL EXIGE A VERDADE DESSES MAÇONZECOS MENTIROSOS QUE CONTROLAM ESSA BOSTA! Continuam down no high society... Atolaiando o que for!

      Voce viu meu braço cristalino no YouTube?? O seu tá ficando o mesmo? Vai no menu "Blog" e veja o endereço do meu canal do YT e conta aí!

      www.the5draver.info

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    13. Vc apareceu de novo maldita. Já pra toca, em nome de Gzuis não quero vc por aqui. Vc só é bom sem aparecer. Se acontecer de vc e o The Fool se alinharem será o fim... é brincadeira, nós te odiamos mesmo.

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    14. Se o Tony não me censurasse, a senhora idosa reacionária da direita - do "olho que tudo vê" - estaria FOOLdida!!!

      Vim só pra rebater seus "argumentos"... Vamos ver se a déspota dona do blog, fã da velha senhora, vai deixar passar!

      Agora fala por ti própria, pois tem gente que sentiu saudades de mim. Fui citada várias vezes!

      Sim, é meu charme! hehe

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    15. Mono, vc é amada aqui. Adoro seu blog.

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    16. Menino! E não esqueci que fiz um post sobre meu corpo cristalino no blog!?

      Não precisa ir no canal do YT não! É só ir no blog!

      the5draver.wordrpess.com

      Tá lá!

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    17. Mono, eu gostei do post sobre os cachorros solares.

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    18. Tem tido um tempo que não estou vendo eles direto, como uns meses atrás aí! Tipo Janeiro-Fevereiro-Março desse ano, ou por aí... Mas eles estão aparecendo cada vez mais que nem as profecias falam!

      É muito bonito de se ver!

      Presta atenção no Sol (e ao seu redor... tipo um palmo de distãncia do Sol) num dia bem ensolarado mas com uma ligeira camada de nuvens bem fina, de fato partículas de água no céu, que eles aparecerão!

      Vale a pena ver e mostrar as pessoas ao seu redor, ensinando o significado e profecias, que elas adoram ficar sabendo!

      Todos que eu mostrei até agora NINGUÉM sabia da existência desse fenômeno da Natureza.

      Mas voce viu não no meu blog, mas numa página do meu website!

      Blog: the5draver.wordpress.com

      Site: www.the5draver.info

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  7. Sem querer ser assessor de imprensa, nem me meter na agenda de um blog, mas nem uma palavrinha sobre o III Prêmio Rio Sem Preconceito no Rio de Janeiro?
    Podia ter mandado um correspondente cobrir, não somos feitos apenas de salgadinhos, pasta de dente, filmes nacionais e Dilma.

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    1. Sem querer se meter mas dizendo que eu podia ter mandado um correspondente, né? kkkkk

      Olha, tô tão por fora que só fiquei sabendo desse prêmio depois que aconteceu, pelas redes sociais. Meu amigo Carlos Tufvesson ganhou um e minha "ídala" Cora Rónai estava na plateia. Ano que vem ficarei mais atento.

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    2. Essas premiações parecem Prêmio Contigo.
      Num país com 200 milhões de habitantes e com várias lideranças sociais, trabalhando duro, espalhadas de norte a sul, sempre ganham high society, jornalistas famosos, a Maju, etc...
      O correto seria buscar pessoas que fazem esses trabalhos de forma anônima e não o fazem em troca de bajulação ou que queiram virar heróis populares e aumentar seus respectivos passes na alta sociedade.
      Pq trabalho social dá mídia. Num país de oportunistas fica escondido quem mais merece. Brasil país adolescente.

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    3. Faltou eu dar uma risada pra vc saber que estava brincando com a sugestão do correspondente. E, Tony, o Carlos não foi homenageado, é a pasta dele que promove o prêmio, vc deve ter pensado em escrever Scofield, esse foi homenageado junto ao marido.

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    4. Gilberto Scofield!! Claro. Também é meu amigo. Sou bem-relacionado.

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  8. Mas como andam pingando comentários revoltados sobre "estética gay branca heteronormativa". Acho que um monte de gays Zambininha de sindicato andam invadindo o blog. Vá ver se lá no Grindr ou na hora de dar a tarraqueta "diversidade, afeminados, gordos, fashions" é o que a expressiva maioria dos gays querem levar pra casa. Agora, temos os politicamente corretos da estética gay para dizer o que os outros podem ou não podem assumir que gostam.

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    1. Que nada. Não são sindicalistas não. As bees tão mudando mesmo.
      A Zabininha tb já era.
      Democratizaram o edi tb.

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  9. Eu apoio a comunidade LGBT, mas não dá pra apoiar essa quantidade de corantes.

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  10. falando em propaganda gayzista, olhem que legal este artigo do BF. Deveria ser ensinado nas escolas: http://www.buzzfeed.com/alexandreorrico/imagem-chocantes-de-heterofobia?bffbbrazil&utm_term=4ldqpgs#.rrWwJbr0M

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  11. Rss por aí...Parece que as feias querem tomar o mundo de assalto, impondo sua "estética"...Mas como disse o anônimo das 14:56, na hora de dar a tarraqueta...Sem mais.

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    1. Já sei, vc é bonita. Tem corpo com veias saltando, vai de camiseta abercrombie pra balada, tem refeição sofisticada servida em marmitas de batata doce com frango, na praia estréia a sunga da papa, as tatuagens tribais são obras de arte, faz milhões de sefies semi nu no instagram, na balada vc é black e sobe junto abraçado com os amigos quando toca Alone. Vc ganha 7 salários e é rica. É DJ nas horas vagas. Junta dinheiro 4 anos pra ir pra Barcelona mas chegou lá e descobriu que as amigas juntaram dinheiro 5 anos e foram esse ano pra Mykonos. O corpo cheio de espinhas da bomba e o implante de cabelo é mais fake do que uma Menina BB. Belo mundo velho...eu sou feia.

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    2. Não, darling, também acho esse mundinho do "universo perfeito" uma chatice, mas essas pessoas só me causam indiferença, e não o recalque e desejo sublimado implícito nos comentários de vcs...Que tal cada um ser como é, sem cagar regras que agora é "in" ser isso ou aquilo? Vcs são eles do avesso, dá pra entender? Ah, e vc está por fora, hj as pessoas vão ao exterior umas 3 vezes por ano, e Mykonos is soooo nineties...Um ótimo dia pra vc tambem.

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  12. Tony Goes não me censure, mas essa bixa do teu blog tão tudo precisando procurar uma rola. Urgente.

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  13. Deve estar rolândia indulto no hospicio

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  14. Eu desejo a todas vcs muita terapia: TER-A-PiA cheia pra lavarem muita louça porque tá puxado.

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  15. O Tony Goes é culto, inteligente, acaba sendo um trend setter em um Brasil onde não existe mais Revista Bravo e ter uma assinatura da Cahiers du Cinéma custa caro pra caramba. É natural que ele atraia gente cultivada para lê-lo também. Acontece que tem muita gente que está acima da Idiocracy anda frustrada, como disse a Rosana Hermann. É só mudar um pouco a perspectiva que melhora. Nem precisa de terapia, como sugeriu o Anônimo das 01:38.
    Somos 200 milhões de habitantes. Não precisa ter uma pessoa inteligente só. Tem lugar pra todos. Tem gente aqui que escreve tão bem, eu fico até com inveja. Por que vocês não sentam por um ano na cadeira de um Damásio ou de um Clio para viratem oficiais da ABIN ou diplomatas? Sei que a vida na iniciativa privada está complicada... Uma mudança para o funcionalismo público resolveria um monte de questões internas. Quanto aos "sou inteligente, mas feio ou brega no sul, não pertenço a um grupo", pessoal, a região Norte está aí pra isso: vocês vão ser reis aqui. Todos seriam AA. Quanto a falta de opções culturais, bom, a Amazon e o iTunes deixaram tudo mais fácil e há diariamente dois voos para os Estados Unidos. O voo dura 4 horas... Para chegar a São Paulo são cinco...
    Acreditem, um mundo onde você não precisa visitar um blog para descontar suas frustrações ainda existe.

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  16. Vamos deixar de ser hipocritas, todos os gays minimamente masculinos ou que se identificam com essa identidade acham os afeminados e travestis e qualquer outro grupo com algum elemento feminino inferiores a eles. O "não tenho nada contra mas não curto" é a maior prova do ódio que dilacera nosso meio por dentro.

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    1. Eu sou um gay mais ou menos. "Se Deus é menina e menino, sou masculino e feminino"... Mas eu pra trepar até que encaro um hetero, mas para um relacionamento amoroso tem que ser gay - ou descamba pra neurose logo, logo - e não tem um gay que não seja pintosa de um jeito que for...

      Se relacionamento com gay já é neurótico imagina com "homens masculinos" tipo "macho". (Que também na REALIDADE do PAIS DAS MARICONAS são também TUDO INEXISTENTE.)

      Meu único amor verdadeiro nessa vida era gay graças a Deus! (e não vejo como poderia ter sido diferente... Mas ele era gay meio a meio que nem eu!)

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    2. Vamos deixar de ser hipócritas e admitir que quando vemos aquele gostosão querendo os afeminados e travestis dá uma inveja danada...

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    3. Querido, 95% dos gays afeminados não acham que são afeminados. Todos acham que são masculinos. Vc pode ser um deles que se diz minimamente masculino....

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  17. Exemplificando recalque : Pessos insatisfeitas com sua aparência física, condição social, situação financeira, naturalidade, ascendência, vida profissional mediocre e vida afetiva frustrada têm uma necessidade incontrolável de recalcar-se para agredir, pisar e diminuir quem ousa ter o que o que eles não têm. No Brasil é quase um crime fazer sucesso, se for rico, bonito e bem sucedido piorou. No meio LGBT esse comportamento é recorrente e temos lido muitos comentários ultimamente movidos por esse sentimento tão pequeno e mesquinho . Que tal gastar tanta energia para construir aquilo que se deseja ao invés de tentar diminuir quem tem o que vocês não têm ? Nem tudo é possível mudar nas vidas de cada um, mas tem muita coisa bacana que dá para conquistar e diminuir um pouco as frustrações e os recalques.

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    1. Estudar ninguém quer. Mas o set do DJ Fulaneesh D'Tal e o último remix da Rihanna todo mundo conhece o suficiente pra querer bater boca na net. Quase todos os gays que conheço são lascados que passam o dia falando de "ryqueza", "glamour" e afins. E são paupérrimos e sem qualquer perspectiva. A maior probabilidade em suas vidas é a de que peguem dst na buatchy próximo fds. É muito desanimador.

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    2. Mas são todas cool demais! As mais antenadas, as mais isssshpertas, as mais mais. Td louca por um marido rico. Mas ng topa se dedicar pra ser o marido rico. INHAÍ, Tony, como fica???

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    3. Existe uma crítica social enorme nesse país. Crítica a um comportamento antiquado que vai alem de posses materiais. Habituou-se no Brasil a dizer que quaquer crítica a uma elite jeca, que não passa de classe média, seria recalque. Se fosse assim, todos os acadêmicos que hoje escrevem sobre o assunto seriam recalcados. O que vc busca é um álibi pra continuar um comportamento e cultura cafona difundido por séculos e que hoje é muito difícil de se desfazer dele.

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    4. Quem se aceita como é e está feliz com o que tem e conquistou não tempo para criticar os outros pelo simples prazer de agredir ou diminuir. A internet está cheia de haters, anônimos ou não. Isso é patente. Com as redes sociais ficou muito difícil ser uma pessoa pública. A quantidade e o nível de agressividade das pessoas estão descontrolados.

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    5. O ponto é que quanto mais estúpido e elitista vc é, mais público vc se torna. Não acho que seja ódio. Acho que é crítica a convenções sociais mesmo. Todo mundo quer um lugar ao sol. Com a internet, a elite umbilical ficou muito enfraquecida, o cinísmo ficou óbvio, a cortina caiu. Os que hoje criticam na internet não são menos agressivos que qualquer outra pessoa que tenha um lugar ao sol. A diferença é que a agressividade desse grupo é sutil e extremaente perversa.

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    6. Não é questão de achismo. O ódio é real e perceptível a quem tem o mínimo de senso de observação e acesso às redes sociais. E reitero: quem é feliz com o que é e com o que conquistou, não tem tempo para ofensas, agressões ou inveja.

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  18. Tony, assistiu "Favela Gay", um doc que fizeram sobre como é a vida de um LGBTT nas favelas cariocas? O canal Brasil tem exibido e achei ótimo.

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