quinta-feira, 30 de julho de 2015

MANDA JEANS

A Calvin Klein chegou ao Brasil no final dos anos 80 com uma série de comerciais estilosíssimos, todos em preto-e-branco. Um deles foi tirado do ar porque o modelo dizia que, quando crescesse, queria ser vagabundo. Queria ver os censores terem um enfarte com essa nova campanha da marca. A verdade é que a Calvin Klein honra seu DNA: sua propaganda sempre desafiou os limites de cada época. E o próprio Calvin (que hoje não tem mais ligações com o império que fundou) sempre encarou a homossexualidade de frente, inclusive a própria. Fora que é bárbaro alguém celebrar o sexo casual e imediato, sem ter que lembrar que o amor é belo etc. etc.

9 comentários:

  1. Olha CK pra mim é keta + coca RS mas essa jaqueta e blusão da foto omg <3 quero.

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  2. N gosto da marca, mas...ótimo spot!

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  3. Os comerciais são ótimos. Tony e o Michal Bergin modelo da Calvin? Um pedaço não acha? Já vi que seu tipo são como o Eduardo Noriega. Bom gosto!

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  4. O Gabbana podia aprender com CK. Não foi ele que falou as bichas deveriam "se comportar como homens"? Seja lá o que isso signifique.

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  5. ah nao gostei, nao acho legal glamurizar a promiscuidade e banalizar o sexo

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  6. O amor é belo, a graciane que o diga.

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  7. Já ouvi falar muito em uma propaganda deles com a Brooke Shields.

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