sábado, 6 de junho de 2015

AZUL DA COR DO MAR

"Sangue Azul" tem um montão de qualidades. Elenco pra lá de fabuloso, paisagens magníficas de Fernando de Noronha, longas tomadas submarinas e algumas das trepadas mais quentes do cinema brasileiro, inclusive entre rapazes. Mas fez falta um roteiro poderoso, capaz de juntar tanta coisa boa num todo coerente. A trama central fala do amor incestuoso entre um casal de irmãos, mas esse tema tão polêmico não rende mais do que alguns belos beijos dentro d'água. Também há uma comparação poética entre o circo e o cinema, mas eu não sou culto o suficiente para desfrutar de tanta sensibilidade. Pelo menos adorei ver o Daniel de Oliveira, que está se tornando o nosso protagonista no. 1 da telona. Muito bonito e ótimo ator, este já é seu terceiro filme só este ano. Em breve também irá pra Hollywood?

8 comentários:

  1. O mio babbino caro
    Mas o problema é o cinema brasileiro. É desconfortável, mas quando vejo a produção do "cinema argentino", não tem como não constatar que existe algum problema no cinema brasileiro. A bem da verdade, com honestidade dá para saber qual é. É o horror que o Brasil sente em ter que se confrontar com o Brasil, aí resta um malabarismo impossível, resultado, esquizofrenia.

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    Respostas
    1. O Brasil sabe fazer música muito bem!

      É o que nos acalanta.

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  2. Milhem Cortaz dando a bunda no matinho <333

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  3. Interessante Tony...

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  4. Um trailler que me diz nada sobre história alguma. Esse é o problema do cinema no Brasil. Quer vender imagens ao invés de história. Uma lástima mesmo.

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  5. Dá vontade de pegar o Daniel vai!? É um filme turístico, basicamente pra promover Noronha, mas os do Wood Allen na Europa tbm são turísticos e são bons.

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  6. Diz que a cena gay é com os deliciosos Milhem Cortaz e Armando Babaioff, please...

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