sexta-feira, 22 de maio de 2015

BANDEIRA BRANCA, AMOR

Alguns anos atrás, durante uma entrevista para a revista "Bravo", Marco Nanini assumiu que é gay. Não foi uma declaração bombástica: ele apenas deixou escapar que namora homens, como se todo mundo já soubesse (e quase todo mundo sabia mesmo). Alguns sites de fofoca deram destaque, este blog também, e a repercussão foi discreta e positiva. Elogiaram a coragem do ator, quase ninguém criticou e rapidamente passou-se para outro assunto. Esta semana aconteceu algo parecido, mas nem tanto. Luiz Fernando Guimarães - que está promovendo o lançamento de "Acredita na Peruca", sua série no Multishow - contou que é casado há décadas com outro cara, mas que nunca foi de "levantar bandeirinha". Esta expressão mudou tudo: ao invés de louvarem mais um famoso que saiu publicamente do armário, alguns ativistas caíram de pau na suposta acomodação despolitizada do ator. A polêmica rendeu uma matéria interessante no Blogay do Vítor Ângelo, e acabou me atiçando a dar meu pitaco. Claro que eu acho que quanto mais gays se exporem à luz do dia, melhor. E as celebridades têm um papel crucial nessa batalha: se a popular dona Maria souber que o galãzinho de quem ela tanto gosta é bicha, talvez ela não se deixe engabelar pelo pastor que prega o fogo do inferno para os homossexuais. A imensa maioria das pessoas que convive com gays assumidos, no trabalho ou na escola, logo perde o preconceito e passa a defender o nosso lado. Mas daí a exigir que todo gay ou lésbica se torne um militante da causa é um pouco demais. Porque nem todo mundo pode, dependendo de onde vive ou no quê trabalha. Eu tive sorte: nasci num meio bastante liberal, escolhi profissões onde a cobrança heteronormativa é mínima e nunca tive muito a perder ao me assumir. Mas muita gente têm. Especialmente atores: até hoje rola um debate se é crível ou não que um gay faça papel de hétero. Além do mais, a personalidade de cada um influi na militância. Alguns simplesmente não têm saco. São preguiçosos? Egoístas? E quem não é? Acho que não dá para cobrar um comprometimento homogêneo de um segmento que está longe de sê-lo. E ainda tem as diferenças generacionais, o momento de vida e o fascismo latente de alguns militantes, que abraçam causas que lhes parecem sagradas só para cagar regra na cabeça dos outros. Estamos vivendo tempos curiosos na política brasileira, com radicalizações de todos os lados. Isto é bom, porque sempre fomos meio lenientes. Mas o exagero é contraproducente e acaba prejudicando a própria causa. Deixem o Luiz Fernando em paz.

64 comentários:

  1. acho militante um saco. sei que são necessários e devemos respeitá-los pois sem eles nunca teríamos avançado em relação aos direitos individuais, mas tudo que me é em excesso de dá ruim.

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    1. Que gato vc e seu amigo. Já tinha passado pelo seu blog antigamente, via blog do Tony mas mesmo assim pensei q vc era hetero amigável, pq tinha fotos com amigas "gostosas" no seu blog. Mas agora com essa sua escrita concluo que vc é gay. Não sei se seu amigo e gay, e sei q se for vcs são só amigos. Mas imaginei um sexo gostoso entre vcs 2.

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  2. "e o fascismo latente de alguns militantes, que abraçam causas que lhes parecem sagradas só para cagar regra na cabeça dos outros." Bravo! Bravíssimo!

    Quanto ao Luiz Fernando Guimarães: concordo com tudo o que você disse. Mas ele poderia ter dito as mesmas coisas que ele disse, só que de outra maneira, né? "Levantar bandeirinha" (ainda mais assim, no diminutivo) soa bastante depreciativo e, por isso mesmo, foi uma atitude suicida dele. Me espanta ele não ter previsto isso, ao usar esse termo desse jeito.

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  3. Curiosamente, a sua descrição no F5 que mencionava que vc é gay, mudou e não cita mais esse detalhe.

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    1. Sou eu mesmo quem escrevo minha mini-bio no F5. Apesar de continuar assinando a coluna "Pergunte ao Amigo Gay" na revista "Women's Health", eu não a menciono mais nessa bio por uma razão simples: ela não é mais tão importante na minha vida. Foi a minha primeira coluna fixa, mas hoje, por razões editoriais, ela tem a metade do tamanho que já teve. E desde então fiz muito mais coisas. Reaprou que eu também não cito que trabalhei na Globo, nem que hoje estou na Fremantle? Mas incluo o link para este blog, onde qualquer leitor poderá se deparar com a minha viadagem em todo o seu esplendor.

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    2. E sua viadagem continua esplendorosa. Keep on the good work, Tonyah! E concordo com os posts acima, militantes cumprem um papel importante, em diversas causas, mas se tornam chatos e fascistas, pois exigem de todos os mesmo comportamento. Afinal, não somos nós que devemos celebrar a diversidade? Veado também é diverso.

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    3. Não falava do currículo, mas que lá aparecia assim "é gay", e não aparece mais. Não estou falando mal disso, só comentando.

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    4. Não, não aparecia não. Tanto porque eu nunca me defini como gay, nem me apresentei assim. Ser gay é detalhe.

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  4. Também acho que o suicídio dele foi fazer pouco caso com quem se assume e/ou defende a causa.
    E está ficando meio "feio" esse monte de viado tipo ele, Falabella, Neyla Torraca e alguns outros, agora já idosos, posarem de 'sou gay e isso é ok", sem sequer falar que estiveram no armário por décadas, seja por qual motivo tivessem, e agora surfam na onda que de repente vai dar um impulso na imagem deles na mídia, já que artista velho viado está virando aquele tiozinho que ninguém nem se importa mais desde que ainda façam uma ou duas boas piadas dando entrevista no Jô.

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    1. Te garanto que nenhum deles está se assumindo para "impulsionar a imagem na mídia". Esses caras estão mais do que consagrados, não são ex-BBBs precisando se promover.

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  5. O mio babbino caro
    Uma causa que ainda envolve, tantos horrores. Não dá para ser definida como "bandeirinha". Alienação tem preço.

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    1. Concordo com o Anônimo, Tony.
      Tudo que você disse também está certíssimo, mas esse ator usar o termo "bandeirinha" fica parecendo que ele ou diminui ou não dá a mínima pra os esforços de quem luta ou lutou durante tantos anos pra que pessoas como ele próprio possa hoje falar da sexualidade como algo mais normal.
      Ainda que não sejamos pessoalmente engajados, e ninguém tem a obrigação de ser, no mínimo temos que ser gratos a tantos heróis famosos e anônimos que dão a cara a tapa, literalmente, e tornam a vida de todos nós bem melhor.
      Pessoas ainda são assassinadas diariamente, e definir a luta contra isso como "bandeirinha" é uma declaração infeliz.
      Vindo de um gay que se escondeu no armário a vida toda, é ainda mais lamentável.
      Eu admito que não ando nas ruas de mãos dadas com o meu namorado, mas sempre olho que extremo respeito e gratidão pra quem tem coragem de fazer pequenos atos como este.
      Atos pequenos e corajosos e que mudam o mundo.
      Que esse ator pense melhor na bobagem que disse...

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    2. Sim, o termo "bandeirinha" foi lamentável.

      Agora, vocês pararam para pensar que não deve ter sido planejado? Luiz Fernando estava conversando com um repórter, não escrvendo um artigo. O termo coloquial saiu de sua boca e ganhou uma proporção inusitada ao aparecer por escrito.

      O uso do diminutivo denuncia que esta não é uma grande questão na vida do ator. Isto não quer dizer que ele menospreze a causa: simplesmente, que ela não lhe toma grande tempo.

      Vamos queimar munição com quem merece, pessoal.

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    3. Numa coisa concordamos: ele não merece!
      Próximo!

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    4. Eu acho que ele quis dizer que não levanta bandeirinha num sentido pejorativo mesmo, só que não contra quem é militante... Mas sim como quem usa isso pra se aparecer a qualquer custo.
      Fora que, sejamos francos: se ele ficasse falando sobre isso o tempo inteiro, certamente que a carreira dele ficaria em segundo plano e as pessoas só se interessariam em saber a opinião dele a respeito do tema.
      Veja a Daniela Mercury... sem desmerecer a carreira dela, mas desde que ela se casou quase não se vê ela falar da carreira, as pessoas só perguntam pra ela coisas relacionadas ao movimento lgbt. Com certeza ela tem mais o que falar e mostrar do que isso.

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    5. Pode ser, Tony. Jornalista é f... com essas coisas.

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  6. Cade minha resposta ao "cooldude" que me chamou de chata lá no post do Letterman?

    Eles podem falar tudo, e eu nem resposta posso dar?

    Fala sério!

    Quanto ao post, eu sou ativista chato!

    Já falei no meu trabalho que os Maçons da Globo mandavam todos ficarem de bico calado sobre serem gays - inclusive o Ney Matogrosso - e todos OBEDECIAM.

    Tudo pra fazer dinheiro! Dinheiro ACIMA de preconceitos homicidas.

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    1. Ney Matogrosso NUNCA foi contratado da Globo, e sempre se assumiu gay desde as primeiras entrevistas, ainda nos anos 70.

      Você pode responder, Mono. Mas modere o tamanho dos seus comentários, porque um quilômetro de pregação contra os maçons é um pouco demais, ainda mais se várias vezes ao dia. Tem hora que a paciência acaba.

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    2. Quanto ao Ney. Eu nunca vi ele na Globo, ou no Sem Censura da TVE, falando que ele era gay.

      Tava pensando isso ontem! Quem eu sabia que eram gays era Clodovil, Rogéria, principalmente Cazuza e Renato Russo como gays assumidos. E só! O resto tudo negavam que eram na TV.

      Ah, e a Angêla RoRô.

      Jornais não lia então não posso falar. To falando em TV Globo e os empresários da musica. Que são, como quase todo mundo "importante", tudo maçons. É fato! Simbolismo deles em tudo que é lugar...

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    3. Renato e Cazuza assumidos naonde? Nunca assumiram.

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    4. Cazuza morreu de AIDS dizendo que comia xoxota!

      Pode isso? Lógico que dizia que era gay. Gay não "bi".

      A maioria nunca assumiu nada mesmo. Só Roberta Close (que me esqueci)...

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    5. Mono, passei para deixar um bj.

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    6. Mono, Cazuza não era assumido, era escancarado. Nunca escondeu nada, nunca se fez passar por hetero, mostrava até demais.

      E Renato Russo se assumiu discretamente antes de ser diagnosticado com AIDS, quando foi passar uma temproada em Nova York para vivenciar o lado gay plenmanete (foi mais ou menos isso o que ele disse, não lembro as palavras exatas).

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    7. Acho que Renato começou a se assumir com os famosos versos "e eu gosto de meninos e meninas" no LP As Quatro Estações. Depois ele começou a dar entrevistas usando e abusando de trejeitos que deixavam bastante clara a real mensagem (tem uma clássica e longa, da MTV). Depois ainda veio o primeiro disco solo, The Stonewall Celebration Concert - além do título auto-explicativo, ele cantava "Cherish" de Madonna e "Somewhere" de Bernstein (que os Pet Shop Boys também regravariam, poucos anos depois), e o encarte trazia informações do Grupo Bay da Bahia e da Sociedade Viva Cazuza. Ou seja, em tese estava tudo lá... Por outro lado, creio que ele seguia se dizendo "bi", e morreu jurando que o filho adotivo que os pais criaram pra ele era fruto de um relacionamento com uma modelo que morreu num acidente de carro. Oh well.

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    8. E Cazuza se dizia bi (nunca fiscalizei suas transas, mas confesso que sinto vergonha alheia).

      Mudando de assunto e ficando no mesmo, engraçado que outro dia assisti diversas entrevistas dele da época da divulgação do LP Ideologia. Ele já estava visivelmente prejudicado, é meio que impossível tirar os olhos da figura física, por mais que ele seja carismático e tenha coisas interessantes a dizer. Você só consegue ver a doença, e mesmo assim NINGUÉM sequer toca no assunto. Me fez refletir um pouco.

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  7. Concordo com Bruno. Nao querer ser ativista é um direito, agora ser ingrato e desprezar uma luta constante de decadas é falta de sensibilidade. Pois esses que desprezam nao usufruem dos direitos adquiridos atraves do ativisto, da insistencia e da coragen alheia?

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  8. Tony, concordo que nem todos precisam levantar bandeira. É algo muito pessoal.

    Agora, tem coisas que não precisam ser ditas. A frase dele foi extremamente infeliz.

    E espero, sinceramente, que tanto você, Tony, quanto ele e quanto outros gays que vivem em relacionamentos sérios há décadas oficializem essas uniões. Casem mesmo. Dados estatísticos dão força à causa e enquanto tivermos um número ínfimo de casamentos gays no Brasil, damos força à oposição sanguinária, que acha que minoria não tem que ter direitos. Somos minoria, mas somos gente e existimos.

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  9. Um papo interessante sobre isso:
    https://www.youtube.com/watch?v=QMpB2MyudoE

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  10. Achei que já era assumido há séculos. Nos anos 90 ele já andava com peça de teatro em Porto Alegre e dava pinta nas boates de lá. Pensei que no eixo Rio-SP não fosse diferente.

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    1. Um colega meu de faculdade transou com LFG numa sauna de Salvador em 2003, e disse que ele estava lá de boa, tranquilão, comentou que aparecia por lá sempre que vinha à cidade etc.

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    2. E ir a sauna é ser assumido? Toda semana como homem casado na sauna e nenhum é assumido. Assim como muitos gays não são. Sauna é gueto.

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  11. O que causa estranhamento é o subtexto em "bandeirinhas"; ele não poderia dizer apenas "bandeiras" e assim deixar, lá no fundinho de seu armário, sua opinião escondidinha?

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  12. A Cássia Eller declarou na finada Sui Generis em uma entrevista antológica que a vida dela passava longe de movimento gay, que a militância dela era no dia a dia, o Bruno Chateaubriand disse a mesma coisa, tô sem saco pra essas bichas bandeiristas, muitas delas fazem deste ativismo meio de vida, já li algo sobre a parada de SP, a caixa preta que é a prestação de conta das verbas recebidas, não é no grito vazio que iremos conquistar o respeito que merecemos, é pelo que nos aproxima,não o que nos diferencia que deve ser destacado, como já disse o Tony certa vez.

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    1. ...Disse a pessoa postando como "Anônimo".

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    2. Quem deve sobressair é a opinião e não o nome, James vc deve ser novo aqui, de anônimo não tenho nada, existo, pago conta, venho aqui neste blog todos os dias, anônimos ou não conhecemos a escrita um do outro, interagimos, é isso.

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    3. Tem gente que vem aqui, com um nome e uma foto, e acha que só por isso pode ficar julgando a vida alheia. "James Figueiredo" não quer dizer absolutamente NADA!

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  13. Monotemática, amore, vc não está de todo errado, rolou sim algo do tipo com o Ney com a gravadora quando ele cantou Telma eu não sou gay,ele foi coagido a cantar essa música, bjs Tony!!!!A.

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    1. Oi? "Telma Eu Não Sou Ga"y foi a versão irreverente feita pelos Miquinhos Amestrados para "Tell Me Once Again", música do grupo Pholhas - brasileiros que cantavam em inglês. Foi um puta sucesso em 1983, no fim da ditadura militar. Ney jamais foi coagido a nada, ele nunca se deixaria.

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    2. Não falava que era gay não!

      Eu lembro das entrevistas de tv dele! Era enrustido sim.

      Fazia maior embromação para falar... HOJE ele fala.

      HOJE.

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    3. Desculpe, Mono, você está COMPLETAMENTE errado. Ney Matogorsso nunca esteve no armário. Ele pode não ter dito que era gay em todas as entrevistas, mas nunca disse que era hétero.

      E vem cá, enrustido com aquela maquiagem e figurino dos Secos e Molhados? Alguém algum dia teve alguma dúvida?

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    4. Isso é a parte...

      Ele sempre teve muito assédio de mulher, e era isso que ele falava nas entrevistas.

      Eu saí do Brasil por não ter nenhuma figura positiva gay como modelo! Até no Canadá o único (figura pública: ator/comediante) que era assumido na época (1992) era o Scott Thompson.

      Ser gay sempre foi taboo! Não vem me chamando de errado não!

      Eu te jogo a papelada toda na cara! hehe

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    5. Foi o link?

      http://en.wikipedia.org/wiki/Scott_Thompson_%28comedian%29

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    6. Tony, Ney afirma sim ter sido coagido pela gravadora. Tem diversas entrevistas. Eis uma reportagem:

      "16 de dezembro de 2008

      Ney veta 'Calúnias' na reedição de disco de 1983

      Um dos 15 álbuns de Ney Matogrosso embalados na caixa Camaleão volta ao catálogo sem uma faixa da edição original. Trata-se de ...Pois É, disco de 1983. O cantor vetou a inclusão da hilária faixa Calúnias (Telma, Eu Não Sou Gay), gravada com o grupo João Penca e seus Miquinhos Amestrados, por entender que tal música não faz parte da concepção original do LP. É que Ney somente gravou a versão bem-humorada de Tell me Once Again - o maior sucesso do grupo brasileiro Light Reflections, um hit de 1972 que toca até hoje nos programas radiofônicos deflashback - por pressão de um executivo da gravadora Ariola. O diretor induziu o intérprete a gravar Calúnias com o argumento de que a faixa seria para o disco dos Miquinhos e que, sem o fonograma, o grupo seria dispensado da gravadora. O cantor cedeu à chantagem e gravou a versão, que estourou nas rádios e entrou no LP de Ney, contra sua vontade. Sem falar que, na seqüência, a Ariola dispensou os Miquinhos."

      http://blogdomauroferreira.blogspot.com.br/2008/12/ney-veta-calnias-na-reedio-de-disco-de.html?m=1

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  14. Tonyah x Monotemática, façam suas apostas, diretamente do Canadá a anti iluminatti enfrenta o multi instrumentado Tony, lindao, lembrei da sua briga com a Libanesa, vc mora no meu coração há tantos anos Tonyh!!!!A e não paga aluguel. Bjs

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    1. Que fim levou a libanesa?

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    2. A Libanesa mora há sete anos em Dubai. Trabalha na Emirates e está linda, casada e poderosa. De vez em quando ela vem ao Brasil nos visitar.

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  15. A impressão que dá é que a bicha só pode assumir que é Biba depois que saiu da Grobo, será que as pessoas acreditavam que o Rui pegava mesmo a Vani?,indo mais longe, que o Fallabela formava um casal com a Débora Block no antigo comercial do Unibanco?

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  16. Diogo Vilela, Falabella, Luis Fernando, Jorge Fernando são todas Bibas que começaram juntas.

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  17. Sim, a geração deles nunca mexeu uma palha para ajudar a diminuir o preconceito contra os gays no Brasil, apesar de toda a fama e popularidade que eles têm desde os anos 80.
    Diogo Vilela, Guilherme Karam, Ney Latorraca, Luiz Fernando Guimarães, Pedro Paulo Rangel, Marco Nanini. Todos muito talentosos e admirados pelo público.
    Poderiam ter ajudado na auto-aceitação de vários jovens, ao servirem como exemplo.
    Como não o fizeram em seu tempo, podiam pelo menos ficarem na sua e não lançarem pérolas como esta que o Luiz Fernando disse.

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    1. Vc esta coberto de razao!!! E a militância e importante sim..os direitos so avancam gracas aos chamados militantes que dao a cara para bater..

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    2. Puros mercenários.

      Que nem Lady Gaga, Madonna, etc... lá fora que cala a boca em frente a inúmeras guerras de invasão.

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    3. Não mexeu uma palha" era um pouco forte. Essa geração cresceu na zona sul carioca dos anos 70 e 80, o lugar mais liberado que já houve no Brasil. Ninguém escondia nada, todo mundo transava com todo mundo. Eram políticos sim, mas não do jeito convencional. E abriram caminho para as novas gerações, sim, senhor.

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    4. Ficavam na panelinha deles. (A história do Brasil!)

      Quando a coisa era em TV NACIONAL - comandadas por MAÇONS - elas mentiam! Mentiam! Mentiam!

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    5. Aqueles atores da TV Pirata = tudo bicha. Não enganavam nem a popular dona Maria...

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    6. Monotemática = só tem um tema: meu tesão pelos maçons.

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    7. Meu arrependimento é de ter transado com muitos maçons sem saber nos meus 500 plus números de parceiros sexuais!

      Se soubesse tinha feito greve! Mas era inocente na época! Burro feliz brasileiro típico!!!

      Agora votar em maçom - oi Aecins! - que manda nessa polícia altamente homofóbica, violenta e corrupta é o fim!

      Odeiem - como sempre fizeram bichas burras - as pessoas erradas! Idolatrem os opressores.

      Masoquistas chinfrins.

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    8. Os gays maçons trepam gostoso ?

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    9. Sei lá! Não fazia anamnese com os cu que comia.

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  18. Assisti ao programa do LF ontem. Vergonha alheia define.

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    1. Verdade! É constrangedor.

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  19. Depois de velha e na merda, assume, mas não muito: contra "bandeirinhas"... Parece coisa de Cauby Peixoto...

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  20. Vai precisar ele revelar algo mais impactante pra ver se salva do desastre aquele programa horroroso que ele teve coragem de botar no ar. E mesmo assim vai ser difícil.

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