sexta-feira, 3 de abril de 2015

TUÍTE INFELIZ

Luciana Genro demonstrou que não tem o chip necessário para ser eleita para um cargo majoritário. Não chegará sequer a prefeita de Porto Alegre; jamais passará do legislativo, onde a votação é proporcional. Ela cometeu hoje uma das grandes gafes políticas do ano. Não resistiu a acenar para sua base, e não só não conseguiu um único voto de quem ainda não votava nela como alienou e irritou muita gente. É verdade que as mortes anônimas são muito menos lamentadas que as de celebridades ou seus parentes. Mas isto faz parte da natureza humana, pois nos identificamos muito mais com a dor de quem já conhecemos. E será que a Lu teria soltado este tuíte infeliz se tivesse morrido o filho do João Pedro Stédile ou da Marilena Chauí?

63 comentários:

  1. Assim como os coxinhas queimam o filme da direita, os PSÓls da vida queimam o filme do fiapo de esquerda sensata que existe.

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  2. troncha. Essa oxiurus devia voltar pro buraco de onde nunca devia ter saido.

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  3. Eita! Hora inapropriada pra esse tipo de comentário, mesmo. Mas é errando que se aprende a fazer política... falando em políticos falando besteira, e o requião (sempre ele) que soltou essa, essa semana? http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2015/03/requiao-gera-polemica-ao-tuitar-sobre-cota-de-casamento-hetero.html

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  4. Claro que foi uma tragédia, mas acho que os paulistas estão exagerando muito. Dúvida nada que a popularidade dele vá as alturas, e vcs vão esquecer tudo. Se vc fizer uma análise mais nacional, mesmo com toda a cobertura da impressa, não está tendo essa lamentação toda.

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  5. Alckmim é maçom.

    Maçonaria é o uó.



    "A Maioria dos maçons apoiou inicialmente o golpe militar de 1964, por consciência que parte da população tinha perante o estado político do Brasil que era de caos. Cabe saber que esse caos foi um discurso criado pela classe dominante, uma nova Doutrina de Segurança Nacional. Por meio deste, estimulou-se a formação continua dos agentes sócio - políticos que a partir de então incumbem-se de engendrar o caos econômico político social – que não existia – só na cabeça da população. Foi uma manipulação ideológica para dar abertura a realização do golpe com apoio populacional. Nesta fase de argumentações, optou-se por abordar “a concretização da elite orgânica” devido a sua extrema importância. A “elite orgânica”, ou seja, associados que formaram um contexto político – militares, intelectuais orgânicos de interesses econômicos multinacionais – era representada, principalmente pelo IPES(centro estratégico, voltado para algo mais secreto) e pelo IBAD(unidade tática um pouco mais aberta se comparada com o primeiro). A “elite orgânica” possuía muitos maçons em seus quadros e tinha como objetivo agir contra o governo nacional reformista de João Goulart e apresentava em, sua base, estudos técnico – empresariais com fundamentações políticas liberais, portanto eram contra as reformas propostas pelo presidente. A elite orgânica passou a existir no Rio de Janeiro e em São Paulo, efetivamente, em 29 de novembro de 1961, na renúncia de Jânio Quadros, tornando-se ma rede nacional de militantes grupos de ação de diferentes backgrounds ideológicos. A elite unia-se por suas relações econômicas multinacionais e associadas, pelo posicionamento anticomunista e pela ambição de readequar e reformar o Estado. "

    http://www.rodrigoenok.blog.br/2014/10/as-3-potencias-maconicas-do-brasil-e.html

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  6. Poxa, Tony, ela deixou bem claro que lamenta a morte do filho do Alckmin. E mais, um garoto de 10 anos é executado pela Polícia (pela Polícia!) e o caso ganha muito menos repercussão. O caso do Thomaz Alckmin é uma grande infelicidade, mas o caso do garoto foi uma execução sumária e a sangue frio perpetrada pelo estado.

    Acidentes com helicópteros acontecem, e são sempre uma tragédia. Mas eu me preocupo muito mais com uma polícia que mata sem pensar do que a chance baixa que temos de morrer num acidente de helicóptero. O que a Luciana quis foi mostrar que certas vidas tem menos valor do que outras.

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    1. Sim, tudo isso é verdade.

      Mas eu repito o que disse no final do post: será que ela teria tuitado algo parecido se tivesse morrido num acidente o filho de algum luminar da esquerda brasileira? Não, né?

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    2. 59 comentários ja dize tudo sobre este post! perfeito!

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  7. A Luciana Genro não foi a única a fazer merda na rede, mas ela é uma pessoa pública e não deveria difundir mensagens desumanas como essa!
    Não morreu o filho de um governador. Morreu o filho de uma pessoa. O pai de uma pessoa... Uma pessoa...
    Aliás, 5 pessoas morreram...
    Ninguém é obrigado a simpatizar com a dor de ninguém, mas pelo menos um silêncio respeitoso é obrigação de qualquer pessoa civilizada.
    Também é algo de um mal gosto terrível as TVs exibirem os funerais e o enterro.
    Se o Governador tivesse morrido, tudo bem, pode mostrar na TV. Mas, o filho dele não tinha cargo público, não era pessoa de interesse público e a morte dele é um momento de intimidade da família.
    Sórdido tudo isso...

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    1. E o menino de 10 anos, Bruno, sobre o qual você não falou nada no seu texto? Este, apesar de ser também o filho de uma pessoa, não mereceu uma única palavra sua? O tuíte da Genro pode ter sido na hora inapropriada, mas começo a enxergar razão no que ela tentou dizer.

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  8. Tony, não vejo como inapropriado o comentário dela. Mesmo me solidarizando com a dor do meu ilustre governador e sua família, você viu televisão hoje? Ouviu rádio? A cada momento éramos atualizados sobre nada. Repetiam os nomes das vítimas, a hora do acidente, o que aconteceu, de quem era filho, que tem uma filha na Noruega, etc, etc, etc.
    O que a Luciana fez foi chamar a atenção para uma disparidade. Casos com o do garoto que foi assassinado, se vê todos os dias pelo Brasil afora, seja com meninos, com homens, com mulheres. A questão é que estes casos de morte de "gente comum" já foram naturalizados pela sociedade. E ao serem naturalizados, são menosprezados e não raras vezes passam desapercebidos. A não ser é claro, se quem tivesse atirado fosse um adolescente, aí sim, teríamos exposição midiática paralela ao que estamos vendo com a dinastia do Palácio dos Bandeirantes.

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    1. Vou repetir devagar e EM VOZ ALTA: VOCÊ... ACHA... QUE... ELA... TERIA... DITO... A... MESMA... COISA... SE... TIVESSE... MORRIDO... O... FILHO... DE... ALGUM... LUMINAR... DA... ESQUERDA?

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    2. Ah, e outra coisa. Morreu o filho do governador do estado mais rico do país. Onde que um fato como este não seria notícia? Em Cuba? kkkkkk

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    3. Ele era primogênito?

      Eles tem um lance de sacrificar os primogênitos para Satanás.

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    4. Era o terceiro filho do Alckmin, o caçula.

      E eu sei que você é pirado, mas essa de maçom sacrificar primogênito para Satanás é um pouco demais até para você.

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    5. Tony, até onde sei, não tenho diagnóstico de nenhum problema cognitivo. Ignorei o seu argumento porque não o considerei válido e reafirmo minhas palavras, ela só chamou atenção para uma disparidade.

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    6. Mais do que inapropriado, ela foi burra politicamente. Prejudicou a si mesma. Não sabe agradar quem não vota nela, o que é fatal para um político ambicioso.

      Veja bem, não estou dizendo que o que ela disse não é verdade. Claro que é. Mas ela foi inábil. E volto a perguntar: ela teria feito o mesmo se tivesse morrido o filho de um político de esquerda? Aí que mora o problema.

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    7. O Alkmin não é apenas o governador do estado mais rico do Brasil. Ele é isso com a votação de quase 60% dos eleitores, em primeiro turno e no estado base do PT e de Lula. Não sou paulista, mas imagino que ele deve ser muito querido mesmo em todo o estado.
      A Luciana é o cocô do cavalo do bandido, em termos de política, e tem nível, no máximo, de vereadora. Sua voz é páreo duro com a da Dilma em insuportabilidade e ela só chega a candidata a presidenta em um país de merda como o nosso e com uma esquerda caquética.
      A Luciana poderia aprender muito com o Alkmin.

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    8. Tony, um era uma criança, outro um adulto, um morreu num acidente, o outro foi assasinado com um tiro de fuzil na frente da mãe, pouco importa a classe da pessoa. É nessas horas q temos q deixar as castas de lado, a morte de uma criança inocente TEM SIM que ser lamentada mais do q a morte de um adulto.

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    9. E onde que a morte do garoto não está seno lamentada? Você entrou na internet hoje?

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    10. Não Há lamentação suficiente para uma morte no morro, nem deve haver isso porque nem toda morte no morro é lamentada , ou sequer divulgada

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    11. nao vi noticia da morte do menino na favela, fiquei sabendo atraves do seu blog pq nao moro no brasil... ja a morte do filho do governador esteve muito mais evidente todo esse tempo, li varias manchetes dos jornais daqui de onde moro falando sobre ela... infelizmente e assim...

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    12. Tony, se o filho da Marilena morresse numa queda de helicoptero, a imprensa nao estaria dando plantao a cada meia hora, por isso o tuite da Lu nao seria nrcessario. Detalhe: no noticiario noturno a disparidade foi corrigida e as duas noticias foram dadas uma seguida da outra e com o mesmo destaque. Embora seja uma posicao dificil a Lu tem coragem de toma-la e ela nao faz por interesse eleitoreiro, mas porque defende o que acredita.

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  9. O comentário da Luciana é inoportuno, insensível, cruel e desrespeitoso. Mas nunca esperei nada diferente dela.

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    1. Foi a única a defender os gays em rede nacional nos debates presidencial.

      Teve meu voto nos dois turnos. Já que temos que "votar".

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    2. Luciana defendeu os gays no debate porque não tinha a menor chance de nada, não tinha nada a perder, e precisava aparecer.

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    3. Engano seu. O PSOL sempre se posicionou a favor dos homosexuais.

      Estava no programa Presidencial dela.

      Tudo explicadinho!

      Mas vá la babar ovo da maçonaria que criou essa bosta HOMÉRICA que é o Brasil.

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  10. morri de vergonha alheia dela.

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  11. Sei que não tem nada a ver mas olha só o site legal que descobri!

    http://www.blogthings.com/whatdoesyourbirthdatemeanquiz/

    Eu deu o Revolucionario.

    Mente brilhante! ;)

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  12. Esse comentário foi a cara dela, surpresa seria ela dizer algo diferente disso.

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  13. Só digo uma coisa: achei deselegantérrimo o velório ser em Pindamonhangaba, cidade natal da família Alckimin. O mínimo que este governador deveria fazer é velar e enterrar o menino nas margens do reservatório da Cantareira, pra ver se assim ele contribui de alguma forma pra aquilo encher. Beijos e me crucifiquem (aliás, dia mais oportuno que hoje pra isso não há)!

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    1. O velório foi em São Paulo. O enterro é que foi em Pinda.

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    2. Pô, Tony, tem cada bicha tapada no seu blog!

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  14. Também não vi nada demais no tuíte dela, só li verdades. Dá uma corridinha no Twiter e vai ver um monte de gente lamentando a morte do filho do Alkimin e se perguntando por que não levaram a Dilma e o Lula antes!

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    1. Meu ponto não é este. Claero que qualquer coisa que alguém diga, vai ter nego concordando e discordando.

      Meu ponto é ELA não perceber que esse tuíte iria irritar muita gente. Demonstra falta de tato político e despreparo. Jamais vai passar de deputada.

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    2. Eu "voto" nela de novo pra presidente!

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    3. Desista, Tony. Está na cara que a maioria dos seus leitores não entende que ela usou a morte do rapaz para fazer política de uma forma indigna. Publique alguma coisa sobre a Madonna e vai ficar tudo bem.

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    4. Se o defeito da Luciana é não medir suas palavras o tempo todo para ficar sempre bem na fita então para mim isso é qualidade. Já chega a Dilma e o Aécio todos produzidos e maquiados por seus publicitários milionários. A Lu Genro é autêntica e luta pelo que acredita. Se tivéssemos mais políticos com essa qualidade, nosso país estaria bem melhor.

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    5. O Bolsonaro também pensa assim.

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    6. E é por isto que tanto o Bolsonaro quanto a Luciana Genro jamais sairão do Legislativo.

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    7. Torço pra que ela aprenda, e como acabei de postar, fazendo dessas que talvez ela aprenda que tem hora pra tudo. E se ela aprender, talvez consiga alçar voos mais altos na política. Quanto ao Bolsonaro, é bem provável que ele também consiga se quiser, porque infelizmente nesse país muita gente gosta de político que vence no grito como ele.

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    8. Tony comparando Luciana Genro com Bolsonaro. Que vergonha, Tony...

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    9. Não nas posições políticas, Claudio. Mas na maneira de agradar à própria base em detrimento do resto do eleitorado. Tanto Luciana como o Bolsonazi representam públicos expressivos, mas não o suficiente para serem eleitos para cargos majoritários (no Executivo). Jamais sairão dos cargos proporcionais (no Legislativo). Fui claro agora?

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  15. "Tudo bem lamentar a morte do filho do Alckmin". Sério? Obrigado, adolescente tardia, por nos autorizar a sentir compaixão.

    E não adianta tentar desenhar o post, TG. Religão é cegueira.

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    1. O que é 'religão'?

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    2. Mais respeito a ela tá! Ela foi a única a defender a causa gay em rede nacional na campanha presidencial!

      MUIIIIIIIIIIIIIIIIIITTTTTTTTTTOOOOOOOOOOOO melhor que ficar babando ovo de maçons escrotaços responsáveis por uma das polícias mais corruptas, VIOLENTAS e HOMOFÓBICAS do mundo.

      Tanto é que um agora foi morto por um policial, não falaram lá em cima?

      MIL VEZES LUCIANA DO QUE MAÇONS DE MERDA ARROGANTES NADANDO NA MERDA EM ESGOTO A CÉU ABERTO.

      De respeito pelo menos a única representante da "categoria"!

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    3. Genro é abilolada e não me representa.

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    4. É óbvio que não.

      Quem te representa então?

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  16. O tuíte dela foi inoportuno. Ela NÃO teria feito o mesmo se tivesse morrido o filho de um "de algum luminar da esquerda". Até dá pra dizer que ela foi desrespeitosa.

    Ainda assim, nada disso tira a lógica do que ela quis dizer, mas não o conseguiu com clareza, talvez pelo limite de 140 caracteres. Foi o que tentou explicar o anônimo de ontem, das 20:23.

    E, apenas pra mostrar que essa crítica é válida: ontem, no Jornal da Globo, o Waack até deu destaque à morte do garoto, na sua fala inicial. Mas o primeiro bloco, praticamente inteiro, foi dedicado às vítimas da queda do helicóptero.

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    1. Volto a perguntar: em que país do mundo que a morte acidental do filho de um governador de estado rico não seria notícia?

      Fora que amorte do garoto do Alemão está tendo MUITA repercussão. Visite qualquer site, a notícia e seus desdobramentos estão tendo muito destaque.

      Luciana Genro foi desonesta politicamente, oportunista e inábil. Vai pagar caro por isto: não tem estofo par voos mais altos.

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    2. Bom, ainda acho que é errando que se aprende. À parte as ideologias políticas dela, vamos combinar que é a primeira vez, que me lembro, que vemos ela falando ou fazendo tamanha besteira. Ao contrário do seu colega de partido Jean Wyllys que, infelizmente, nos últimos tempos só tem falado ou feito bobagem (ele e sua ASCOM).

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  17. Tonya Sheherazade, aceita que dói menos, fia! A mulher não disse nada demais nem ofendeu ninguém, só falou a verdade! Alias, falar a verdade é uma característica marcante dela, que a projetou nos debates e que me fez lhe dar meu voto, e que curiosamente é tão ausente nos políticos brasileiros. Isso é fazer tempestade em copo dágua e tentar sensacionalizar o tuíte da pobre! Vai ler a Veja dessa semana que sua indignaçãozinha passa (ou não).

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  18. Oi Tony, pensei a mesmíssima coisa quando li esse tuíte da Luciana. Sem contar que a presidenta tb lamentou a morte do garoto e tomou providências cabíveis. Assim como visitou o governador. Tudo em sua hora e tempo, sem distinção partidária. O ser humano é maior que isso. Luciana chutou mas fez gol contra.

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  19. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa, mas do ponto de vista do interesse nacional, a morte do garoto por uma instituição do Estado deveria ser preocupação primária.

    http://blogdomariomagalhaes.blogosfera.uol.com.br/2015/04/04/se-o-menino-jesus-10-fosse-morto-em-ipanema-haveria-comocao-nacional/

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    1. Fala ae Economista!!!!

      "...a morte do garoto por uma instituição do Estado deveria ser preocupação primária."

      "Polícia" essa comandada há SÉCULOS por maçons.

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  20. Sinceramente não vi nada demais no tuíte dela, e a morte do menino deveria sim ser muito mais notícia do que a morte do filho de um governador mentiroso, corrupto, cínico, marionete do PCC, e que num mundo ideal deveria ser processado por ter mentido para a população sobre a crise hídrica.

    Hoje a morte do garoto virou manchete graças aos protestos no Alemão. E só.

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    1. Ela quis fazer política em cima da morte de duas pessoas. Por isso foi infeliz. Poderia apenas ter protestado em relação à morte do menino e a ineficiência das UPPs. Mas não se conteve.

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    2. Eu não te amo a toa, meu amor! Meus olhinhos de cigana obliqua e dissimulada brilharam quando leram esse golpe de lucidez na forma de comentário! Casa comigo, te dou casa, comida, roupa lavada e chimarrão quentinho! Beijo e me liga!

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    3. Lucas, você se sustenta ou vive da bondade alheia?

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  21. Quem é o filho do Alckmin para ter honras de estado? Sinceramente, não vi nada de errado no tuíte dela.

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    1. Pois é, eu só estou vendo essa lamentação toda por parte dos paulistas. Agora vão esquecer tudo.

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  22. O mio babbino caro
    "faz parte da natureza humana" Cabe de tudo nessa máxima inclusive se indignar neste momento, com a proporcional indiferença com que é tratada chacinas Jd. São Luiz, 11 mortos numa noite, Cábula 12 jovens sem fichas criminais, Claudias, crianças. barbaries e mais sherazaries. Haja, não é todo mundo que tem sangue de barata. Quanto ao finado ilustre R.I.P.

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  23. Texto de Sergio de Moraes Paulo, via Facebook, via Jornal GGN

    Fui professor do Thomaz Alckmin no Objetivo de Pinheiros no ano de 2000, quando ele cursava o segundo ano do ensino médio.Em 2000 o pai dele, um tal de Geraldo Alckmin, foi candidato a prefeito de São Paulo e nem passou para o segundo turno.

    Eu votei na Marta Suplicy, contra o Maluf.

    Perguntado na sala de aula sobre meu voto, fui honesto: disse que tinha votado na Marta e não no Alckmin porque não acreditava nele.

    Debochei, brinquei e tripudiei inclusive com o termo que José Simão imortalizou: “Picolé de Chuchu”. Me empolguei e acabei esquecendo que tinha o filho do candidato derrotado na sala de aula.

    A molecada riu muito, pois percebeu o que o tonto do professor não viu: que o filho do homem estava na sala.

    O garoto nada disse e foi extremamente sereno. Jamais foi mal-educado comigo. Sempre me cumprimentou com educação e gentileza. Nunca mais o vi pessoalmente.

    A grandeza dele revelou o óbvio: era filho do vice-governador de São Paulo por herança, não por escolha.

    Nunca, jamais, em nenhum momento, fui perseguido ou questionado no colégio Objetivo por conta disso.

    Esse garoto poderia ter carteirado e pedido meu emprego.

    Foi maior do que isso.

    Não voto, não apoio e não concordo com o pai dele.

    Mas me solidarizo neste momento de dor e infelicidade.

    Acima de qualquer divergência político-partidária estamos nós, seres humanos. E ninguém, absolutamente ninguém, merece a dor da perda de um filho.

    Meus pêsames ao governador Alckmin. Pois antes de tudo é pai, condição eterna, e não governador, condição temporária.

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