domingo, 18 de janeiro de 2015

TRANSAS E CARETAS

"Glee" ainda está no ar, apesar de ninguém mais se importar com a série há pelo menos uns dois anos. Mas o programa ainda reservou algumas surpresas para esta última temporada. No episódio que foi ao ar nos Estados Unidos na semana passada, um personagem se revelou transexual - ou melhor, pronto para iniciar a transição. Não, não foi a Sue Sylvester: foi sua rival Dot-Marie Beiste, a treinadora de futebol que, apesar da aparência ultra-masculina, sempre foi hétero e até casada com um sujeito que batia nela. Detalhe: depois da transição, ela se tornará gay, pois sua atração por homens continua inabalada. É de dar nó na cabeça de ingênuos como eu existir alguém que troca de gênero para se tornar homossexual, mas tá assim de casos por aí. E "Glee", que sempre foi um seriado prafrentex, marca mais alguns pontos em sua reta final. Vai deixar saudades.

5 comentários:

  1. O glee me ajudou muito na minha propria auto aceitação, não tenho a menor vergonha de dizer isso. Muito mais pelas mensagens de superação, aceitação, força e continuidade que os personagens tentam passar, do que pelos assuntos gay em sí. Acho que é um bom seriado que os LGBT de outras gerações não tiveram a sorte de ter/ver. Minha irmã hetera ainda fica constrangida quando vê o Kurt com aquela cara dele kkk. Vou lembrar pra sempre dessa série.

    ResponderExcluir
  2. sem falar que através deles eu descobri Wicked e muitas músicas clássicas do pop e do rock, que eu levaria anos pra descobrir.

    ResponderExcluir
  3. O mio babbino caro
    Legal!!!
    Lembrei-me de um determinado momento lá no programa Calça Comprida, depois GAY SHOW com Shoichi Iwashita.

    ResponderExcluir
  4. Como seriado era bem chatinho, mas Glee fez mais pelos direitos gay do que qualquer outro programa jamais conseguiu. Acho até que a legalização do casamento gay em tantos estados americanos não teria acontecido sem Glee.

    E, claro, tem aquele episódio em que a Sue fez "Vogue"...

    ResponderExcluir
  5. A cena começa maravilhosa mas depois fica um pouco brega.
    Mas, "todas as cartas de amor são Ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas."
    De qualquer forma, cartas como essas, ou como o Félix&Nico que tivemos por aqui, contribuem muito pra a autoaceitação, já que retratam as diferenças como algo comum, e até mesmo positivo.
    Há excelentes modelos em que as novas gerações podem se espelhar. Este blog é prova disso.
    E bons modelos salvam vidas.
    Ps: Como o Chord Overstreet é lindo, einh?

    ResponderExcluir