segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

FODA-SE, EU NÃO QUERIA SER FREIRA


"Ida" é um dos favoritos ao próximo Oscar de melhor filme em língua estrangeira. Lançado nos Estados Unidos no começo do ano, arrecadou uma bilheteria considerável para um filme em preto-e-branco e falado em polonês. Sua fotografia primorosa também periga ser indicada, e o único obstáculo em seu caminho parece ser o argentino "Relatos Selvagens". Por causa disso tudo, entre no cinema com a expectativa lá em cima, só para sair desapontado. O longa é realmente muito bonito, dos enquadramentos sóbrios ao uso parcimonioso de música. Tive uma boa experiência estética e recomendo a quem curte filme-cabeça. Só que a história da noviça que descobre ser filha de judeus e entra em dúvida se quer mesmo ser freira não me pegou. "Ida" tem a vantagem com a Academia de falar no Holocausto. Mas agora, mais do que nunca, eu sou argentino desde pequeno.

3 comentários:

  1. O mio babbino caro
    Com a vantagem citada, dificilmente será derrotado!

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  2. Alguém tem dúvidas que por ter no roteiro o tema Holocausto/judaísmo o filme já ganhou muitos pontos com a Academia?

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  3. Vai ter a continuação, chamada "VOLTA"! #tuntz

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