sábado, 18 de outubro de 2014

MÁS-VINDAS

Bem que o papa Francisco tentou. Mas a bispaiada reunida no Sínodo do Vaticano parece que não leva a sério o dogma da infalibilidade papal. Os parágrafos que davam boas-vindas aos gays foram retirados do documento final do encontro, pois não alcançaram os dois terços dos votos necessários. É o que dá tentar transformar a Igreja numa democracia... Mas Francisco faz questão de que a versão original, a sua, também seja publicada, como que para deixar bem claro de que lado ele está. Tem toda a razão: enquanto a Igreja não receber os homossexuais de braços abertos, sem restrições, não dá nem para passar perto.

12 comentários:

  1. Pessoalmente eu não me importo nem um pouco com o que diz a Santa Igreja Católica. Mas quem perde com esse retorno são as famílias e as pessoas que sofrem discriminação. Não é de hoje que os poderosos da Igreja viram a outra face para as agressões sofridas por minorias, sejam os escravos africanos que "não tem alma", seja as mulheres que têm que parir o filho de um estuprador porque "uma folha não cai sem que Deus assim o queira".

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  2. O mio babbino caro
    Não é essa instituição que depois de algum tempo declarou que Galileu estava correto, pediu perdão aos negros e outras obviedades. Ai que preguiça, ela que fique com suas "medalhinhas milagrosas". Surgimos com a humanidade, essa coisa de papa apareceu outro dia e já sabem que terão que se retratar.

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  3. Kkkkkkkk. Sera? Ai gente.
    Meus ANUS como psedo porteña me ensinaram algo. Esse papa não é torpe! Sabia q ia DAR nisso. O papa "lavou as mãos" e jogou a culpa para as bispbas e continuou pousando de modernete e miente abierta (miente abiertamente). Não representa Deus na terra?Não tem as chaves da igreja,uma instituição centralizadora e quase monarquica? Entonces... Podia libertar os homossexuais e não lavar as mãos jogando para o "povo" ultra conservador e recalcado decidir "cruxificar" os homossexuais.

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  4. É duro para um brasileiro reconhecer: esse Papa argentino é foda?

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  5. Venho cantando essa bola desde que ele foi "escolhido": esse papa fofo e carismático é a pior notícia pra quem sonha um dia ver em total descrédito e definitivamente enterrada essa doutrina racista, homofóbica, misógina e criminosa.
    Não se enganem: Francisco é apenas uma embalagem extremamente atraente e ilusória pra ideias absolutamente cruéis e anacrônicas! Jura que vocês acham que em 2014 a igreja esta quebrando paradigmas fazendo uma reuniãozinha com as caricatas do Vaticano para decidirem se nós gays somos gente? Me poupem!

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  6. Queridos, a Igreja Católica esta louca e desesperada há tempos! Já não bastasse o ultrage que foi a beatificação de Joao Paulo II e Joao XXIII, hoje depois de negar aceitar as gays como gente, a Papisa Francesca acaba de beatificar Paulo VI, conhecidérrimo por gostar e abusar da mesma fruta que nós! Fim dos tempos? Descontrol Freak? Ou evolução por termos agora um santo gay? http://rainhaddosmartires.blogspot.com.br/2013/01/paulo-vi-homossexualidade-no-vaticano.html

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  7. Com o currículo histórico invejável da Igreja Católica eles podem me mandar convite pra ficar na suíte master do vaticano em voo de primeira classe e eu vou continuar me masturbando com o crucifixo sagrado.

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  8. Mas falando sério: apesar de que eu adoraria viver em um mundo livre das religiões, sobretudo as que tem poder político e são maioria no mundo, reconheço que isso é impossível, então comemorei quando o primeiro texto do meeting saiu, e acho esse Papa um passo importante, mas que não vai adiantar em muito caso o próximo seja um Bento da vida. Lembremos sempre que as irenes do vaticano são perturbadas.

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  9. Seja bem-vindo homossexual, diz a igreja.
    "Hoje não, obrigado" responde o homossexual.

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  10. Tipo a errata da Marina Silva...

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  11. Quando vi essa imagem pela primeira vez, achei que não fosse montagem rs. Até arregalei os olhos.

    Já sabia que esse "encontro" dos bispos não iria dar em nada. Entendo que se a igreja mostrasse um novo olhar e passasse a perseguir menos os gays, isso ajudaria a reduzir o preconceito global de parte dos cristãos. Mas na prática não vejo necessidade de aceitação deles para viver minha vida. Eu não me importo com as religiões.

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