segunda-feira, 9 de junho de 2014

POR UMA POLEGADA A MAIS

No ano passado, Neil Patrick Harris foi o anfitrião da cerimônia de entrega dos prêmios Tony e estrelou o número mais sensacional de todos os tempos. Este ano ele se contentou em levar apenas o troféu de melhor ator de musical pelo revival de "Hedwig and the Angry Inch", além de barbarizar a plateia do Radio City Music Hall. E ainda terminou com um beijo no maridão! Não foi o único gesto político da noite: repare que o apresentador do número é RuPaul, em dia desmontado. A drag queen mais famosa do mundo saiu há pouco tempo em defesa da palavra tranny, o diminutivo de transexual que ativistas xiitas estão tentando transformar em ofensa nos EUA. Sua presença justamente no momento em que se celebra o espetáculo sobre uma trans que passou por uma operação falha de mudança de sexo é sinal de que ele não está sozinho nesta luta. Ou será que devo dizer ela?

11 comentários:

  1. A palavra que o Ru está defendendo o uso não shemale?

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  2. Oi?

    A palavra "she-male" foi abolida do programa "Ru Paul's Drag Race"pelos produtores. Mas RuPaul é contra a "crimininalização" da palavra "tranny".

    Eu concordo. O que torna uma palavra ofensiva é seu contexto, não a palavra em si. Gay já foi ofensa Queer já foi ofensa. O movimento FGBT americano "resgatou" essas palavras da infâmia. Tento fazer o mesmo aqui no blog, usando "viadagem" e "biba" como termos neutros - nem positivos, nem negativos.

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    1. Às vezes são coisas que se traz da infancia, nunca lidei bem com o termo 'viado' porque ele sempre veio direcionado com carga de menosprezo, hoje aceito e pratico o viadismo entre amigos, mas como vc diz tudo depende do contexto, alias contexto é tudo, a propria linguistica defende isso.

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  3. Eu também concordo. Mas achei que a discussão com a Carmen Carrera fosse pelo termo shemale, não pelo tranny.

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  4. A RuPaul deve ser véia bacáray, lembro que em 1993 quando ela lançou o album supermodel eu era cute-baby de 18 aninhos, e ela já montada de mulherão, isso foi há 21 anos atrás, então vamos fazer as contas, néah?!

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    1. Eu a vi ao vivo em um clube em 93.

      Ela já devia ter no mínimo uns 21 anos.

      Negros envelhecem muito bem.

      Ela deve ter uns 50.

      Com corpicho de 25. Tá bom.

      The 5D Raver
      www.the5draver.info

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  5. Acho essas polemicas muito EUA, aqui a gente se resolve e essa patrulha poltically correct acontece mais na seara da internê que na vida real, convenhamos. Afinal na real tudo é hard e violento e intenso, para os fortes, não tem como fugir.

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  6. A Rupaul decidiu agora que detém o poder de decidir pelo mundo e de ter a palavra final. De vítima a opressor.

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    1. Dramática voce ein?

      ...Além de entender tudo errado.

      Reze para que os extra-terrestres apareçam mais e mais no céu, que isso tudo não vai importar absolutamente NADA.

      Somente a violência que os Maçons-"Livres" de todo o planeta tem nos HISTORICAMENTE tratado.

      Através de suas leis - e polícias.

      Eles são telepáticos - é só pedir mentalmente que eles atendem - e nas sociedades deles isso tudo não existe.

      Ninguém oprime ninguém.

      Todos são realmente livres.

      The 5D Raver
      www.the5draver.info

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  7. Venhamos e convenhamos, o termo shemale é uó, eu nunca curti. Tranny soa bem melhor...

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