segunda-feira, 12 de maio de 2014

TOUCHDOWN

É um privilégio viver nos tempos que correm. Quase toda semana acontece alguma coisa importante na luta pelos direitos igualitários. Só nos últimos dias aconteceram duas. A primeira foi a vitória de Conchita Wurst no festival Eurovision, que teve inegável cunho político. A "mulher barbada" da Áustria foi clara em seu discurso de agradecimento: "we're unstoppable", ninguém pode nos parar (e você viu como a Rússia foi vaiada pela plateia em Copenhague?). O outro fato significativo foi o beijo em frente às câmeras da ESPN, que o jogador de futebol americano Michael Sam deu no namorado ao ser convocado para o St. Louis Rams - um time que também gosta de fazer história, já que, nos anos 40, foi o primeiro a incluir negros na equipe. Michael Sam se destacou nos campeonatos universitários, mas existia a dúvida de se ele seria capaz de transitar para a categoria profissional por ser abertamente gay. Não existe mais: in your face!

20 comentários:

  1. Queria muito que o meu time, os Denver Broncos, que tivesse pego ele no draft, mas pelo visto vou ter que comprar uma jersey de um rival. Pelo menos é dos Rams que são um time bem inofensivo.
    Aliás, a jersey dele já é a 2ª mais vendida dentre todos os rookies, nunca a camiseta de um jogador draftado no 3º dia (penúltima rodada) chegou ao top 5. Go Sam!

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  2. Rachel Sheirazeda não curtiu isso.

    ivan

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  3. Olhando para ele e o namorado não precisa nem de muita criatividade para saber quem é a passiva.

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    1. Olha, te digo por experiência própria: quem vê cara não vê cu.

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    2. concordo com tony.

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    3. O mundo gira e esses homossexuais de cabeça pequena - mergulhados no machismo e presos aos anos 1970 - continuam a se dividir entre ativos e passivos, como se houvesse melhor e pior nisso.
      Gentinha medíocre que não consegue ver vitória em nada. Gentinha que acha que usar roupinha apertada e ouvir Madonna é a crista da onda!
      Vai se libertar dessas amarras seu ridículo.

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    4. Esse negocio de passivo e ativo e tao anos 80..
      Quando me apaixono po alguem nem penso nisso..

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  4. Adorei por ser um beijo interracial, tabu nos EUA!

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    1. Tabu são dois negros se beijarem.

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    2. Negativo, nos EUA, o tabu era negro aparecer - em teatro, cinema, capa de disco - e principalmente negro e branco fora de uma condição tipo patrão/ empregado. Como namorados então demorou muito a ser aceito. É bem interessante que, nesse caso Sam, a imprensa nem se lembrou de destacar os aspecto interracial. Ainda bem que aqui temos o João, muito perspicaz, para lembrar.

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    3. E realmente ainda é tabu. Exemplo recente disso foi a reação a um comercial da Cheerios que mostrava um casal hetero interracial.

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  5. morri de inveja!!!

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  6. E aqui no Brasil?Todos os atletas são heteros...me poupe desses brasileiros bundões!Domingo mesmo,vendo o jogo do Corinthians,meu gaydar disparou louco naquele tal de Petrus.

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    1. Mas também, com aquelas sombrancelhas hiperfeitas e mais altas do que as de qualquer mulher afetada, o Petrus só pode parecer um gênero trans.

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    2. Sobrancelhas, não sombrancelhas.

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  7. Que bom que esse momento foi registrado pelas câmeras. Simplesmente apaixonante.

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