terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

AZUL É A COR MAIS ROSA

Os prêmios Goya são o Oscar da Espanha, e a cerimônia de entrega deste ano aconteceu no domingo passado. Pela primeira vez, o troféu para o melhor filme estrangeiro em língua espanhola foi para a Venezuela. E justo para um filme de temática gay: "Azul y No Tan Rosa", a obra de estreia do diretor Miguel Ferrari. Pelo que eu andei lendo por aí, o roteiro abarca vários temas que afligem a bicharada. O fotógrafo Diego vive feliz com o namorado Fabrizio, quando este sofre um ataque homofóbico e vai parar no hospital, em coma. Nisto, chega da Espanha o filho adolescente que Diego teve uma vida atrás, trazendo uma mala cheia de problemas para o pai. E a melhor amiga do protagonista é uma drag queen... Desse jeito parece um samba do viado doido, mas "Azul y No Tan Rosa" venceu concorrentes mais badalados como argentino "Wakolda" ou o chileno "Gloria". Fica a dica para os distribuidores brasileiros que visam o mercado gay.

9 comentários:

  1. O mio babbino caro,
    Por que ao invés de só dar sugestões de filme cabeça, vc também não comenta os blockbusters? Eu sou uma bicha burra e estúpida, prefiro filmes água com açúcar que eu consiga entender.

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    1. Blockbusters de que tipo? Os concorrentes ao Oscar, estou vendo todos (e comentando aqui no blog). Mas me recuso a ver filmes de super-herói ou comédias bobas. Passei da idade.

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    2. Ó babbinonno, nunca é tarde para se melhorar a vida. Curta um filminho cabeça, aproveita as dicas do blog, que são bem boas [exceto as sanguinolentas, mas ninguém é perfeito].

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    3. Tony, por que dizer 'os distribuidores brasileiros que visam o mercado gay'? Se o filme é gay e é bom, como parece, deve ser apresentado no mercado mais amplo, ainda que desperte interesse maior no público bee. Almodovar já prestou esse serviço à civilização ocidental, ao deixar esses limites confusos.
      Filme do mercado gay, em geral, tem qualidade limitada e agrada a seu público por afinidades emocionais de gueto.

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    4. Os filmes independentes de temática homossexual (não estou falando, por exemplo, de "Brokeback Mountain") costumam atrair um público relativamente pequeno e em poucas salas da cidade, tipo Espaço Unibanco. Existe uma distribuidora em SP especializada neste tipo de filme, mas quem disse que eu lembro o nome dela? Lançar um filme nos cinemas é caro pacas: o que tem de título que não se paga é uma loucura. Mas "Azul y No Tan Rosa", pela proximidade cultural que tem com o Brasil, me pareceu uma aposta certeira.

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    5. A crítica em www.elespectadorimaginario.com/azul-y-no-tan-rosa diz que são muitos filmes em um e grande parte da platéia sai em prantos do cinema.

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  2. Tony dá atenção não, esse O mio babbb... com ¨,¨ é fake. Imagina se sairia de VERDI para essa lorotinha de filme cabeça, bicha burra (rsr).

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  3. Pô, Tony! Legal... Fiquei com vontade de assistir! Engraçado que o título é praticamente um plágio de "Azul é a cor mais quente", filme que assisti recentemente em São Paulo.

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    1. Acho que são títulos bem diversos. Um tem o azul como a cor quente, sexy, e o outro pede mais azul e menos rosa ou, por favor, menos bicharia.

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