quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

SUPREMACIA ARIANNA

Sem grande alarde, está no ar desde segunda-feira a versão tupiniquim do "Huffington Post". Fruto da anunciada parceria de Ariana Huffington com o grupo Abril, o portal Brasil Post nasce com colaboradores importantes como Marcelo Freixo e Gilberto Dimmenstein. O lay-out é o mesmo do original (que é bem mais bonito na versão mobile), mas claro que ainda não dá para saber se vai alcançar por aqui a importância que conquistou lá fora. De qualquer forma, palmas para a Abril, que finalmente percebeu que a internet não é um modismo passageiro. E agora, quando é sai o "Daily Beast" brasileiro?

10 comentários:

  1. Freixo e Dimenstein escrevendo para a Abril? Não por muito tempo, eu aposto.

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    1. Impressionante como achamos que o Grupo Abril é a revista Veja! Existem publicações extremamente dissonantes no grupo Abril, embora a revista Veja seja realmente seu carro-chefe.

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    2. Dissonantes, no caso, talvez signifique sérias. Mas, até onde eu lembro, nenhuma ideologicamente próxima dos dois.

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    3. PSOL não tem caráter gente, já disse várias vezes isso...

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  2. A Arianna também é a autora da linda biografia sobre a Maria Callas. O sobrenome original dela é grego, o Huffington vem do ex-marido, que se declarou depois bissexual.

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  3. Tony, esse site é simpatizante as causas LGBT, né?

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  4. Sim, muito. Nos EUA o Huffington Post é considerado de esquerda. Lá inclusive eles têm uma enorme seção voltada a assuntos LGBT:

    http://www.huffingtonpost.com/gay-voices/

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  5. O site é tenebrosamente feio comparado aos demais da internet brasileira (copia o mau gosto do gringo em todos os detalhes). Mas pelo menos parece apresentar os assuntos do momento sob óticas menos tradicionais ou menos preguiçosas.

    Pergunta de 1 milhão: será que já foi enquadrado no padrão Abril (ou Veja?) de censura de comentários?

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  6. Petista demais, cheio de artigos típicos da esquerda bem de vida mas que adora chamar todo mundo de reaça ou machistinha (tem umas jornalistas de merda que ganham a vida comentando bbb que amam chamar todo mundo disso), como no texto 'Cordialidade proibitiva', o cara sai defendendo rolezinho em shopping, chamando de moralismo, dando outros exemplos nada a ver, e esquecendo a premissa básica de que liberdade se tem com responsabilidade, não com vale-tudo.

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    1. Até onde eu saiba, o PSOL do Marcelo Freixo é oposição ao PT.
      Mas PSOL do Rio é meio comunista de zona sul...
      Preferia que os colunistas fossem colaboradores ainda desconhecidos.

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