segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A VÍTIMA DESTA SEMANA

Pronto, já temos mais um morto. Dessa vez a polícia não vai conseguir "provar" que foi suicídio: dificilmente Bruno Borges de Oliveira teria chutado a própria cabeça até a morte. Sim, vão dizer que se trata de um horrível homicídio, mas que não há sinais de homofobia - só que Bruno era gay, estava com amigos gays e andando por uma região cheias de bares e boates frequentadas por gays. Mataram o garoto por causa de um celular, um par de tênis velhos e - gasp - uma passagem de ônibus. Claro que isto é crime de ódio: pode até nem ser pelas bibas (embora eu aposte que seja), mas de qualquer forma é um tremendo ódio pela humanidade. E vem cá, cadê o policiamento nessas áreas? Ainda mais a essas horas da madrugada/começo da manhã, quando o povo sai torto da balada? Ah, a culpa é do próprio povo, que devia ter ficado em casa? Desculpem, sei que foi aniversário de SP e muita gente extravasou amor na internet, mas eu tô gostando cada vez menos dessa cidade. Tá foda, viu?

9 comentários:

  1. O assassinato do garoto é chocante, pensar numa vida perdida assim, sem mais, é horrível, mas realmente abominável é ver como tanta gente se preocupa muito mais em "provar" que não existe homofobia do que em posicionar-se contra a violência. O menino foi brutalmente espancado! Às vezes parece que algumas pessoas tentam provar que é "normal", que "acontece" todo dia alguém apanhar até morrer, num enorme esforço pra dizer: "parem de show, viados, isso aí faz parte da vida na cidade!", como que para negar até o fim que alguém persegue gays no Brasil. Nessas horas as palavras fogem, porque é bizarro demais ler coisas assim e ver que o povo não percebe que está negando a homofobia justamente quando prova de maneira incontestável a sua existência.

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  2. O mio babbino caro
    É verdade!

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  3. Chocado com tanta violência, é crime é assaltos, por todos os lados de norte a sul, claro que fora do Brasil também o perigo espreita por todos os lados, mas aqui no Brasil vai de mal a pior e piorando cada vez mais. Lamentável morte desta rapaz, e com certeza os assaltantes são usuários de crack que se alastram pelo País de norte a sul.

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    1. "Chocado com tanta violência, é crime é assaltos" "fora do Brasil também o perigo espreita " "com certeza os assaltantes são usuários de crack".....
      Ta te faltando óleo de peroba na cara né?! ou vc não leu o post ou estão te pagando pra ser troll só pode! A VIOLENCIA CITADA ACIMA É OUTRA FOFO!!! ACORDA AGORA OU PODE SER VC COM A CABEÇA ESMAGADA DE PORRADA POR SER VIADO....... gente que mistura as coisas até quando......

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  4. Eu conhecia ela,trabalha com Bruno numa empresa como jovem aprendiz.Esse rapaz sempre foi muito bem educado e pacifico,tinha grande capacidade intelectual,isso foi uma perda enorme para nossa sociedade,ele seria não somente mais um arquiteto nesse meio,mas sim O Arquiteto,infelizmente um bando de vagabundos,o mataram.Esses seres invejosos e fracassados,deveriam não ser presos mais sim condenados a morte pela justiça.

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  5. EU LÁ QUERO SABER DESSE TIPO DE COISA, EU QUERO É IR PRA PARADA GAY SEMINU, PEGAR NO PAU DOS OUTROS NA RUA, GRITAR, BEM ESCANDALOSO, ENFIM FERVER BEM MUITO PORQUE EU SOU UM GAY CÍNICO FILHO DA PUTA QUE NÃO SABE BEM O QUE SÃO DIREITOS HUMANOS E HOMOFOBIA E SÓ LEMBRA DESSAS PALAVRAS PRA GANHAR MAIS LIKE DAZAMIGÃN NO FACE KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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  6. http://entretenimento.band.uol.com.br/quemquercasarcommeufilho/video/2014/01/27/14841178/ramon-da-um-beijao-em-gustavo.html

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  7. Embora o "anônimo" tenha se expressado no limite de sua articulada inteligência, ele tem um ponto interessante. Precisava existir um levante massivo contra esse tipo de absurdo social.

    Acho interessante a movimento que começou contra um aumento duma passagem de ônibus - - - - acabou paralisando o país. Mas e a merda da segurança, não merecia cidadãos um pouco mais engajados? Porque não ir às próprias ruas onde acontecem tais violências (que são meio que as de sempre, Paulista, arredores, etc) e exigir policiamento?

    Eu fiquei tão orgulhoso quando notei que o brasileiro conseguia se unir massivamente se acreditasse num objetivo comum anti-establishment.

    Tá na hora de fazer alguma coisa mais dramática (no pun intended) em relação à essas barbaridades.

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