terça-feira, 5 de novembro de 2013

SAMBA DE UM NOME SÓ

Toda vez que eu falo do Goldfrapp aqui no blog é a mesma coisa: eles são uma banda versátil, mudam de estilo de um disco para o outro, blábláblá. O que não muda é esse meu papinho, e agora não há de ser diferente. O recém-lançado "Tales of Us" mostra mais uma encarnação da dupla. Que não chega a ser exatamente nova, já que o som deles é reconhecível de cara. Por outro lado, é nítido que houve uma depuração e que o foco está mais preciso do que nunca. "Tales of Us" é um álbum coeso, quase conceitual, bastante suave e quase sempre tristonho. Todas as faixas têm nome de pessoas (a exceção é "Stranger", ainda assim um nome só) e arranjos minimalistas. Mas o prazer da audição é enorme: este é, de longe, o melhor trabalho ever de Allison Goldfrapp e seu companheiro, aquele de quem ninguém nunca lembra o nome.

5 comentários:

  1. Will Gregory
    Vi o show há 2 semanas e continuo sem saber quem é ele na banda (ou se sequer está no palco).

    Acho que é o álbum e a turnê onde a voz dela está mais poderosa do que nunca. Pena que o orçamento deles dentro da Mute só permitiu uma micro-turnê de 6 datas. O show é todo conceitual também.

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  2. Já ouviu o ARTPOP da Gaganás? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  3. Biscoito fino define. Achei estranho de início mas gostei depois da terceira audição, o flerte eletrônico existe mas é sutil.

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  4. Allison Goldfrapp musando com dignidade sonora aos 46 na cara e som botocados da Madge, por exemplo..... Esse mundo tá uma loucura. Falando nisso, a tal da GAGA tb nunca será cult como A.G. Ninguem mais no pop parece saber contrapor num mesmo álbum canções arrasa-pista, baladas pra quem tá na vibe romance e radio hits.

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