quinta-feira, 28 de novembro de 2013

BLACK FRAUDE

Este texto acima é para valer. Veio num e-mail que as Americanas mandaram para sua lista de cadastrados. E é a prova cabal de como uma marca pode levar décadas para ser construída, mas pulverizada num piscar de olhos. Estou falando da expressão "Black Friday", usada há tempos nos Estados Unidos para denominar a última sexta-feira de novembro. É o dia depois do Thanksgiving, o feriado mais importante do calendário americano (porque é mais universal do que o Natal), e marca o início da temporada de compras de final de ano. O comércio brasileiro importou a ideia há um par de anos e desde então só cagou em cima. Expressões como "tudo pelo dobro do triplo" já se popularizaram, dada a desfaçatez com que lojistas e sites maquiam seus preços na véspera só para oferecer falsos descontos no dia. Agora está todo mundo com o pé atrás, e duvido que as vendas de 2013 sejam grande coisa. Bem feito. E fica a sugestão para os estudiosos do marketing e do planejamento: ó como é fácil fazer cagada.

(O descalabro brasileiro é tamanho que gerou até matéria na Forbes)

12 comentários:

  1. No Rio, é tudo pela metade do dobro

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  2. "Nóis vai tá lá cumprando tudo e se fartando com tanta prumução!!!!"
    Eita coisa mal organizada afff, isto que dá, importar e aplicar algo tão desorganizadamente pelo Brasil.

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  3. Esse cara da Forbes é tipo um correspondente para os BRICs. Ele só fala mal do Brasil. Nem acredito que tenha tanta relevância. Há pessoas melhores.

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    1. Vc tem razão quanto ao cara que escreveu o artigo (um reaça pau no cu), mas convenhamos que no Brasil infelizmente as lojas virtuais são pra lá de saphadjeenhas e escrotas nessa coisa de maquiar preços.

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  4. Não acreditei na 'nossa' versão do Black Friday em 2011, nem 2012, tampouco agora... As coisas nascem boas mas quando descem a linha do Equador se corrompem, se putrefazem, se zumbificam.

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  5. Ellen, muda de hemisfério, sua linda. Se não quiser sair do sul, muda pra o hemisfério oriental, que tem a Austrália e a Nova Zelândia. Elas resistiram à zumbificação do sul, olha que bravas!

    O repórter foi apenas realista no que escreveu. Quando mexem nos nosso brios, viramos Lulinhas tentando expulsar Larry Rohter.

    O que dá vergonha mesmo, antes das fraudes, é a preguiça de certos marketeiros, que acham mais fácil importar a Black Friday, assim como quem compra um iPhone ou um McDonald's.

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    1. Anonimée avec personnalité30 de novembro de 2013 13:56

      Black Friday é só mais um rótulo a ser explorado pelo comércio, tonto. Ellen tá certa, onde que isso ia ser seguido à risca no Brasil? Vc se acha muito intelectualizado, mas eu te acho só ingênuo mesmo....

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  6. Mais ou menos assim, se isso funcionasse aqui nós estaríamos acampados na porta da H. Stern ou da Dudalina

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    1. Anonimée avec personnalité30 de novembro de 2013 13:57

      Matou a pau, desse preço, sem desconto e à vista p/ o seu comentário!

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  7. Inflacionar para depois desinflar a metade = black friday

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