quarta-feira, 23 de outubro de 2013

O GOSTO DE TODOS

Uma semana atrás, telinhas do Banksy sem identificação praticamente encalharam numa barraquinha em Nova York, apesar do preço irrisório de 60 dólares. Esta semana surgiu outra barraquinha vendendo telas falsas pelo mesmo preço, e o estoque se esgotou em uma hora. O mais engraçado é que os compradores recebiam um "certificado de inautenticidade" e nem assim desanimavam. Vai dizer que, se você passasse por ali, também não comprava?

7 comentários:

  1. Tá vendo como as pessoas lêem o seu blog?

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  2. Hahaha. Genial. Isso é arte. E dessa vez à iniciativa não foi de Banksy nem endossada por ele.

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  3. Entre todas as outras razões, grifes funcionam assim. Diz-se às pessoas do que elas devem gostar ou o que usar para evidenciar um "gosto apurado", mesmo que ao fazer essas escolhas - que são as escolhas de outras pessoas - elas não estejam vivendo suas possibilidades de experimentar o que, de verdade, sentem.

    Difícil mesmo é viver na vida descobrindo o que nos anima e procurando encontrar essas sensações nas coisas de maneira genuína, a despeito - ou a favor, quem sabe? - do que parece animar a maioria.



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  4. O mio babbino caro
    Fake é luxo, fake é glamour, só glamurosas tem fake!

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    1. Hahaha. Tão começando a katylenizar.

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  5. ...e assim voltamos ao seu post anterior sobre isso. Eu cansei de tanta Maria vai com as outras; lembro sempre nessas situações da fábula "A roupa nova do Imperador"!

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  6. Compram Fake Banksys por U$ 60, mas é tão ruim quanto comprar um Damien Hirst asssumidamente pintado por um de seus vários assessores e pagar centenas de milhares de libras? São faces de uma mesma estupidez - o fascínio por marcas.

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