quinta-feira, 17 de outubro de 2013

APOCALIPSE UAU

O trailer de "É o Fim" dava a entender que se trata do filme mais malooko do ano. Sim, é, mas também é um filme religioso que fala em salvação e arrebatamento. O roteiro segue nada menos do que o Apocalipse de São João. Mas não quer catequizar a plateia, muito pelo contrário. O que "É o Fim" quer mesmo é tirar sarro das celebridades, e muitos nomes da moda em Hollywood se prestaram ao papel. Não deixa de ser irônico que, num momento em que, no Brasil, Paula Lavigne defende que ninguém mencione a perna mecânica de Roberto Carlos porque o cantor é "doente", tantos atores americanos não tenham o menor prurido em aparecer na tela com seus próprios nomes, se entupindo de drogas e meio que confirmando a impressão de que são mesmo todos uns idiotas. "É o Fim" talvez fosse a maior comédia do ano se tivesse uns 40 minutos a menos. Ainda assim, lembra um episódio em longa-metragem do "Porta dos Fundos", e isso é bom.

Um comentário:

  1. Também curti, apesar da temática religiosa. Tem umas cenas muito boas.

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