segunda-feira, 9 de setembro de 2013

NOT FOR THE FAINT OF HEART

Em novembro do ano passado, durante o concurso Miss Bumbum, eu dei uma longa entrevista para a jornalista britânica Daisy Donovan explicando as razões epistemiológicas da preferência nacional pela derrière feminina, da qual ela aproveitou uns dois segundos. Era para a série que Daisy estava gravando para o Channel Four, "The Greatest Shows on Earth", sobre os mais bizarros programas de TV do planeta. Agora o episódio brasileiro está disponível na íntegra no YouTube, e com legendas em português. É um retrato interessante das nossas misérias vistas por um olhar estrangeiro, mas meio injusto. Programas de qualidade foram totalmente ignorados, e o espectador desavisado pode achar que a nossa TV só exibe humorísticos machistas e noticiários policialescNÃO PERA

(para os meus fãs: apareço a partir da marca de 14:40)

18 comentários:

  1. Tirando as novelas, a TV do nosso país é podrérrima... Mas ela foi buscar, justamente cenas mais "bizarras" de nossas tramas. rs

    ResponderExcluir
  2. Arrasou, Tony.
    Só faltou dar um toque pra mulher: solta esse coque, capricha na tintura, troca o modelito, arrebita o bumbum e que você também pode arrasar.

    ResponderExcluir
  3. Serio Tony, já que você e da globo agora, faça programas de bom gosto, precisamos!

    ResponderExcluir
  4. ótimo programa, obrigado por postar. É sempre bom ver com os olhos dos outros o bizarro em que vivemos. As bundas, a violência, os anões de palco...e ainda o Padre Marcelo cantando lado-a-lado com o ex-traficante Belo. Só aqui mesmo.

    ResponderExcluir
  5. "Meu deus! Esse país não é para os fracos de coração" HAHAHAHAHA Melhor definição. <3 Tô sem tempo agora, mas vou ver tudo amanhã. Parece interessantíssimo!

    ResponderExcluir
  6. Kelly Roulla, corinthiana convicta9 de setembro de 2013 22:05

    Huahahahahahah o show dos horrores cem por cento coisa nossa - muito nossa - nada comparado ao The Rocky Horror Show, eis o que escuto informalmente de gente gringa - Deu indigestão? Deu dor de barriga? Algo saiu do cronograma? Ih, só pode ser do Brasil, OMG - eis como eles nos enxergam, agora todas ali pro cantinho morrer e reencarnar. Tony esse campeonato ou concurso de buzanfa foi a mesma edição que gerou aquela subcelebiscate Andressa Urach que se autotarjou ViceMissBumbum?

    ResponderExcluir
  7. PELO POUCO QUE EU SEI A TV EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO SO TEM MERDA, PELO MENOS NA ITALIA, PORTUGAL E JAPAO SO VI PORCARIAS E IDIOTICES, ACHO QUE OS OUTROS PAISES NAO DEVEM FICAR PARA TRAS!!!

    ResponderExcluir
  8. Tony goes e Joel santana arrasam no ingles...

    ResponderExcluir
  9. eu escutei o video mais uma vez e vou reconsiderar meu comentario, seu ingles esta bom, eu fui venenoso!! perdao...

    ResponderExcluir
  10. Não sabemos como foi toda a entrevista, mas o trecho incluído infelizmente é triste ao focar numa suposta auto estima elevada das mulheres brasileiras, quando se sabe que bunda, plásticas, seios são todos moldados para agradar/arrumar/manter um homem, um marido, um provedor. OK, pode-se sempre abordar essas melhorias corporais como um movimento de amor próprio, autovalorização, mas a sombra que está por trás é o quanto isso é uma das armas para tentar se tornar e/ou ficar eternamente atraente para os homens e ser escolhida, afinal, mulheres bem sucedidas mas sozinhas são pessoas vistas como incompletas. É um fenômeno bastante comum no país, que só cresce a medida que as mulheres bem sucedidas estão envelhecendo e ficando desesperadas por um parceiro. Nesse contexto, a bunda não é autoestima. A bunda é moeda.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Não tem nada de triste. Você que está projetando seus preconceitos. Trabalhei muitos e muitos anos com marcas de shampoos, cosméticos e sabonetes, e todas a pesquisas comprovam que a maioria das brasileiras tem a auto-estima lá em cima. Por incrível que pareça (ou não), quanto mais baixa a classe social, maior a auto-estima. É rara a moça de classe D ou E que não se ache bonita ou gostosa. E as brasileiras se cuidam muito: temos o maior consumo mundial per capita de sabonete e pasta de dente, sabia? Cosméticos também são imunes à crise: pode faltar comida em casa, mas não falta batom. A relação da brasileira com o próprio copro é diferente da das europeias. Aqui, alterar o corpo (fazer plástica, implantar silicone) é muitas vezes uma maneira de se apossar dele e ganhar poder ("empowerment"). É um assunto complexo e interessantíssimo.

      Excluir
    2. Verdade algumas gastam muito com cosméticos mas continuam feias... Acho que gastam muito com celular tb e continuam sem assunto... quando sai post no f5 versando sobre aquela aberração bundal Andressa Urach e sua participação no reality show em que ela cospe todo mundo como uma porca xexelenta?

      Excluir
    3. Eu não escrevo mais no F5, você não percebeu? Precisei sair, porque aceitei o convite de uma emissora de TV para desenvolver um projeto. Quem sabe um dia eu volto?

      Mas falei da Andressa Urach quando fui cobrir o concurso Miss Bumbum do ano passado. Quanto a participação dela na "Fazenda", o Renato Kramer escreve quase todo dia lá no F5.

      Excluir
    4. Realmente elas se acham lindas, desde que tenha um homem ao lado ou na mira. A questão é essa e que as diferencia, por exemplo, das alemãs, a brasileira mais velha faz qualquer coisa pra ficar gostosa e arrumar homem, a alemã quer viver a vida dela. Não cabe aqui julgar, apenas observando. A brasileira vive para homem, mesmo a que não tem.

      Excluir
  11. Televisão é feita para dar audiência e vender sabão.

    Mas agora o programa merecia uma continuação sobre o fenômeno Andressa Urach. hahahaah

    ResponderExcluir
  12. Não concordo com o que você falou da autoestima. As brasileiras são muito autocríticas. No mais, acho que ela mostrou a verdade, mas toma uma outra proporção, pois é um olhar estrangeiro sobre o bizarro da televisão mundial.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Leia minha resposta ao anônimo das 10:05.

      Excluir
  13. Adorei do sarcasmo da dela kkkkkkkkkkkkkk

    ResponderExcluir