segunda-feira, 1 de julho de 2013

FEITIÇO CONTRA OS FEITICEIROS

A "Veja" mantém em seu plantel de colunistas o homofóbico Reinaldo Azevedo, mas de vez em quando a revista produz reportagens extremamente simpatizantes. É o caso da que ilustra a capa da "Veja SP" desta semana (e que pode ser lida aqui, no site da revista). Um repórter se apresentou como um gay em busca de "cura" em dez diferentes igrejas evangélicas de São Paulo (mas não se identificou como jornalista). Ouviu horrores em nove delas, do tipo "100% dos homossexuais sofreram feitiço" até o inevitável "tem que pagar o dízimo em dia". A matéria tampouco livra a cara da Igreja Católica, que promove "conversas" com os gays que não se aceitam que podem ser muito mais danosas do que os primitivos exorcismos praticados por alguns neopentecostais. E termina falando das denominações evangélicas que têm até pastores assumidamente homossexuais, um fenômeno em ascensão. O que está caindo, além da força política dos evanjas, é o número de pessoas que vão à "Marcha para Jesus" em São Paulo. O Datafolha mediu uma queda de 40% em relação ao ano passado, e isto apesar de toda a mídia grátis conseguida por Malafaia e Feliciano. Eles sempre "agradeceram" ao movimento LGBT pelo cartaz alcançado, mas já estou achando que o resultado desta equação é exatamente o inverso. A obsessão em atacar os gays só lhes está fazendo mal.

37 comentários:

  1. De quando em vez isto acontece ... contra fatos não há argumentos ... fico feliz com tudo isto ...

    ResponderExcluir
  2. Será mesmo? Acredito que muitas pessoas tem utilizados do artifício "dê uma declaração homofóbica" e ganhe destaque na mídia (dos principais sites às mais importantes revistas semanais). De político inexpressivo e pastores que só eram conhecidos pelos seus irmãos, Feliciano e Malafaia conseguiram projeção nacional. Artistas decadentes como Joelma e Mara Maravilha voltaram a ter espaço na mídia rapidinho usando o mesmo artíficio. E se a gente simplesmente ignorasse essas desprezíveis criaturas que só querem aparecer à nossas custas e emplacar de CD gospel à palestras com cachê de 20 mil reais?

    ResponderExcluir
  3. Quanta hipocrisia por parte da VEJA!! A capa passada da VEJA BH foi nada mais nada menos que a Ana Paula Valadão;"POP STAR DA FÉ"! Ela pertence ao conglomerado "Valadão" ou seja pertencem a Igreja Batista da Lagoinha cuja família meio que controla aquilo..rs

    “Se há um cristão falando por aí que é a favor da homossexualidade, ele não é um cristão de verdade”.“Tenho um grande amigo ex-gay”.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. De onde tu saiu!

      Excluir
    2. Ana Paula Valadão é aquela que deu um testemunho (cof cof) sobre a revelação que ela teve do Senhor para que comprasse uma bota de couro de cobra phython bem cara (R$ 5.000,00) para pisar no inimigo com muito glamour? (youtube). Muito importante a opinião dela... Tô falando, essa gente não merece destaque. Aliás gostaria de nunca ter ouvido essa história bizarra na minha vida. É muita cara de pau!

      Excluir
    3. Ela tem problema com o mundo animal, teve um tempo que "andou andando de gatinho no palco dizendo era a Leoa Cleycianica de judá". É só gente que não presta mesmo.
      Um outro que queria o "dizimo dela", falou que ela estava com o capeta. Tudo assim mesmo bem no popularesco.

      Excluir
  4. Em um dos seus últimos posts o Reinaldo Azevedo se superou, ele alega que o projeto aprovado pela Comissão de Direitos Humanos tem o único intuito de proteger a liberdade de expressão(Mara Maravilha feliz!), não existe essa história de Cura Gay, isso é coisa de militante de esquerda.

    O que eu acho curioso, é que ele adora elencar a cada texto os reais motivos que movimentam o povo do PT(E nisso ele está certíssimo), mas tal raciocínio não deveria valer para todas as siglas? Por que ele não elenca os reais motivos que movimentam a bancada evangélica em Brasília, bem como a turma do PSDB, DEM...?

    P.S. Ele disse no mesmo post que não existe Cura Gay porque homossexualidade não é doença. Ele não é homofóbico, é esclarecido! Hummm, imagino que para ele, homossexualidade seja uma opção, um desvio tolerável nos meios eruditos por pessoas inteligentes, sábias, racionais e magnânimas como ele.
    Aham, senta lá Cláudia!

    ResponderExcluir
  5. O mio babbino caro
    Mas o melhor da pesquisa do Datafolha na tal Marcha, são:
    Uma opção sexual feita pela pessoa 37%
    Uma característica psicológica, adquirida na infância ou na adolscência 35%
    Ignorância em estado bruto! Quem melhor representaria essa turminha senão Felicianos, Bispa/os e Malafaias, pais da má-fé. O conforto é saber que sendo assim, só lhes restam tropeçar em suas proprias estupidez. Enquanto isso não acontece. "O mundo vai girando
    Cada vez mais veloz
    A gente espera do mundo
    E o mundo espera de nós
    Um pouco mais de paciência...(L)
    Só precisamos de paciência.

    ResponderExcluir
  6. Shirley Love - Petista Convicta1 de julho de 2013 21:09

    São os reflexos do Brasil sob o comando do meu partido: maior ascensão social = maior esclarecimento. Bjks

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Quais são os reflexos? Feliciano presidente da Comissão de Direitos Humanos? Certamente. Luppi ministro? Lobão ministro? Crivella ministro? Com certeza. Rosemeri rainha da cocada preta? Ooooohhh! Mensaleiros na Papuda? Que puta reflexos.

      Excluir
  7. João Campos, o autor do projeto conhecido como "cura gay", é do PSDB. Enviei um e-mail a este partido dizendo que não voto em nenhum candidato desta legenda enquanto este senhor pertencer a ela. Recebi um e-mail dizendo que este partido é contra o projeto. É contra, mas João Campos continua sendo seu filiado. Retornei o e-mail dizendo que pra mim, de hoje em diante, o PSDB é o partido da cura gay. Será que não é interessante pressionarmos o PSDB para que tome uma providência mais efetiva do que uma declaração de que é contra este projeto?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Concordo.

      Mandei um e-mail para o Partido Verde cobrando uma posição a repseito de Roberto de Lucena, pastor evangélico paulista que é deputado pelo PV e que votou pela "cura gay" na CDH.

      Olha o que os sabonetes responderam:

      O Partido Verde reafirma seu posicionamento contrario ao Projeto de Decreto Legislativo 234/11 de autoria do deputado João Campos que vem sendo chamado pela imprensa de projeto da "cura gay", que retira dois artigos da Resolução Nº 01/99 do Conselho Federal de Psicologia que estabeleceu normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual.



      Apoiamos a nota de esclarecimento publicada no ultimo dia 7 de maio pelo Conselho Federal de Psicologia.



      http://site.cfp.org.br/nota-de-esclarecimento/



      O Partido Verde defende em seu programa a liberdade sexual, o direito do cidadão dispor do seu próprio corpo e a noção de que qualquer maneira de amor é valida e respeitável.

      Brasília, 9 de maio de 2013

      Executiva Nacional do Partido Verde - 43


      Mesma posição do PSDB: reprovam, mas não expulsam.

      Mandei um novo e-mail dizendo que não voto nunca mais neles, e que vou fazer campanha contra.

      Façam o mesmo!

      Excluir
    2. E o PSDB, respondeu ?

      Excluir
  8. Só faltaram dizer que essas duas legendas têm amigos gays.

    ResponderExcluir
  9. Tony, Veja simpatizante não dá. Você viu o editorial que eles fizeram quando deram aquela capa com a Daniela Mercury? Disseram que por conta de manifestantes "raivosos" a causa não ganha a simpatia da sociedade. Meu c*. Desse jeito é melhor que continuem descendo a lenha com Reinaldos Azevedos e sei-lá-o-que-Beth-Guzzo para delimitar bem o público alvo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A Veja tem essa visão(trocadilho FDP!) de que uma pessoa que milita para conquista e respeito dos seus direitos é um estúpido ignorante, capaz de qualquer coisa para ter seus objetivos concretizados. Oi? Desde quando as grandes conquistas sociais aconteceram sem barulho? Se os negros e mulheres não tivessem lutado pelos direitos jamais teriam alcançado suas conquistas tão recentes!

      Excluir
  10. Eu não chamaria Reinaldo Azevedo de homofóbico, apesar do oceano de defeitos que enxergo nele. Em muitos textos ele escreve com todas as letras que é a favor do casamento gay: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/decisao-do-cnj-sobre-casamento-gay-e-escandalosamente-inconstitucionalue/

    O problema é que ele é ridiculamente legalista. Implica com detalhes que todo mundo releva, e por isso acaba sendo uma voz destoante do consenso que reina na imprensa. Isso é um prato cheio pra quem não sabe ler (90% dos "leitores" dele) e está procurando avidamente um argumento contra determinadas causas. Ou seja: religiosos, extremistas de todo tipo, desequilibrados, cidadãos com sede de sangue e... homofóbicos.

    E a Veja sempre me pareceu uma revista progressista, descontada a pitada de leviandade que eles sempre usaram para tornar os textos mais saborosos. Não sei se foi a ascensão do PT, alguma mudança na linha editorial ou a minha entrada na universidade, mas de uma década pra cá é que tenho percebido uma porcentagem muito maior de conteúdo irresponsável e impregnado de ódio. A "coluna" (ou agrupamento de grunhidos) do abjeto Diogo Mainardi, pra mim, foi por um tempo o exemplo mais acabado disso.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A "Veja" de fato nasceu progressista e desempenhou um papel importantíssimo contra a ditadura, a favor das Diretas Já e contra Collor. Mas deu mesmo uma guinada à direita depois que o PT chegou ao poder. O próprio tom da revista se tornou mais ácido, e no site é francamente mal-educado. Posr exemplo, Luiz Nassif ee chamado de "Nassífiles" pelos colunistas - que órgão sério de imprensa no mundo se presta a essas molecagens?

      Reinaldo Azevedo gostou até mesmo do vídeo "Não Gosto dos Meninos", do qual tive o prazer e a honra de participar. Mas adora dizer que não existe homofobia no Brasil, nem crimes homofóbicos. Se é simpático à causa LGBT, também causa um prejuízo considerável a ela.

      Excluir
    2. Honra seja feita, a Veja sempre foi muito ácida e praticante de um tom irônico debochado, engraçado ao falar das patroas do Collor e Sergio Pitta, mas nem tanto de alguém que a gente admira. Esse tom nunca foi característico da imprensa brasileira, mas apenas de uns poucos colunistas mais gaiatos.
      Também não acho que ela tenha ido para a direita em tempos recentes, apenas se posicionou diante de um governo que se dizia de esquerda, mas chafurdava nos mensaleiros, aloprados, rosemeris e erenices, curriculum vitae falsos e outras pepitas mais. Mas assim até Trotsky e Granchi cairiam para a direita.

      Excluir
    3. Não concordo com o Reinaldo Azevedo em muita coisa, mas não o considero homofóbico. Concordo em boa parte com o que disse o Giovanni acima - em parte, pois me divirto muito com a verborragia fanfarrona do Diogo Mainardi.
      Reinaldo Azevedo já declarou taxativamente e em diversas ocasiões que é a favor do casamento gay (e casamento mesmo, não "mera" união civil), e que ser gay não é opção ou doença. Agora, é fato que nossa Constituição e Código Civil não prevêem casamento entre pessoas do mesmo sexo. Fato lamentável, mas fato. Como legalista que é (e tem todo o direito de ser), Reinaldo acredita que tais alterações deveriam ser promovidas pelo Legislativo, e não por ativismo judiciário do STF e CNJ. O que ele tenta explicar é que o fato de ser por uma boa causa não justifica que sejam atropelados os trâmites legais, pois atropelar os trâmites legais abre um precedente muito perigoso. Hoje é por uma boa causa, mas e amanhã?

      Também não é verdade que ele afirme não existir homofobia no Brasil. O que ele contesta são as estatísticas do GGB (Grupo Gay da Bahia), que compilam arbitrariamente qualquer morte de homossexual, sem que esteja comprovado que a orientação sexual foi necessariamente o motivo do crime. Crimes passionais, entre parceiros, por brigas ou ciúmes, por exemplo, entram nessas estatísticas. Um namorado matar o outro por ciúme é crime homofóbico, por acaso?

      Por fim: vários crimes são o produto de um estilo de vida que é notoriamente perigoso. Sejamos francos, o que mais vemos é michê matando cliente. Pode ser por homofobia latente ou internalizada? Pode. Mas também pode ser só pela facilidade de roubar um gay que se coloca nessa situação (bêbado, muitas vezes drogado e levando pra casa um estranho). É triste mas é verdade. Ninguém tem o direito de matar ninguém, OBVIAMENTE. Mas muitos gays se colocam reiteradamente em situações de vulnerabilidade, e é vigarice intelectual assumir que todos os crimes que resultam disso são necessariamente crimes homofóbicos.

      Abraços, Tony.

      Excluir
    4. Nelson, tudo isso que você disse é puro senso comum. É justamente o que o conservadorismo - doutrina política à qual a revista Veja se associa - adora. Certamente deve haver pesquisas sérias, com metodologias confiáveis, mas não dá para dizer que boa parte dos crimes advém de um "estilo de vida que é notoriamente perigoso". Meu caro, de qual estatística você tirou que crimes de michês são comuns e que são prevalentes? Qual é o embasamento disso? Não estaria você simplesmente replicando o que justamente critica? A homofobia está aí, sim, mas não necessariamente a criminalização da homofobia é a solução. Só que, diferentemente de trazer essa assertiva, a Veja prefere negá-la. É essa a estratégia da revista em vários campos. Quanto às cotas, disse não existir racismo no Brasil. Absurdo! Eu sou contra as cotas raciais (sou a favor das sociais), mas NEGAR a existência de racismo no Brasil é, minimamente, algo pérfido. É esse o problema da Veja: ela traz justificativas passionais (e não racionais) para seus posicionamentos políticos; facilmente absorvidas pela dona de casa que coloca a revista na mesa de centro da sala. Concordo com você quanto à possibilidade de a metodologia do GGB ser falha, mas as JUSTIFICATIVAS trazidas pela revista (e por você), são risíveis, sinceramente. Negar algo evidente em vez de criticar concretamente estatísticas, dados, opiniões, é algo muito raso.

      Excluir
    5. (continuando) Nelson, continuando, queria que você explicasse o que é se colocar "reiteradamente em situações de vulnerabilidade". Explique isso, pois me parece que se trata do mesmo discurso da mulher que se veste com um decote e, por isso, necessariamente, está pedindo para ser estuprada.

      Cuidado para não defender o inimigo ao jogar a culpa para a vítima...

      Excluir
    6. É óbvio que o tal Reinaldo AZEDO concorda com o casamento civil igualitário e é claro que ele também deseja que seja aprovado pelo Congresso nacional, sabe por quê? Porque ele sabe que dificilmente uma lei que o aprovasse passaria por lá, devido aos parlamentares ficarem com o rabo preso aos seus fiéis eleitores bitolados ou porque parte destes parlamentares sejam das bancadas religiosas. Aí ele fica bem na fita por não parecer diretamente um retrógrado preconceituoso e ao mesmo tempo agrada a si e seus leitores conservadores. Nada bobo né!

      E as estatísticas feitas pelo GGB podem não ser extremamente exatas, mas refletem sim nossa realidade de crimes de homofobia, até porque crimes passionais, brigas por motivos quaisquer não entram nos números que representam crimes de homofobia. Assim, os assassinatos gerais no país (50.000 em 2012) também incluem homossexuais mortos por motivos diversos e os outros 300 levantados pelo GGB são de homofobia pura.

      Excluir
    7. Amei o segundo post, João! A comparação do "crime do michê" com o estupro feminino foi um tiro certeiro e eu nunca tinha pensado nisso.

      Excluir
    8. João. O que você chama de senso comum eu chamo de bom senso. Conservadorismo não é xingamento pra mim. E convivo bem com a discordância - expus minha forma de ver, você pode pensar diferente. Quanto ao risível, pessoalmente é como considero o seu discurso raso e panfletário contra a Veja. Em relação à explicação que você pediu: um michê que mata seu cliente não mata necessariamente por homofobia, não é necessariamente um crime homofóbico. O fato de a vítima ser gay não significa que qualquer coisa que se faça contra ela é fruto de homofobia. Quem coloca um estranho dentro de casa no meio da noite está se colocando numa situação arriscada, ponto. Justifica um eventual crime? É óbvio que não. Mas sim, a pessoa se expôs desnecessariamente. Uma eventual vítima nesse caso não morre por ser gay, morre por escolher um estilo de vida bastante arriscado.

      Excluir
    9. Nelson, ocorre que os crimes que vemos ser noticiados não têm nada a ver com situações de intimidade. São lampadadas na rua, espancamentos em postos de gasolina, etc. Eu mesmo já fui ameaçado ao sair de uma boate no Rio de Janeiro, alguns anos atrás. E não estava fazendo absolutamente nada na rua. Ou seja, os crimes de ódio existem, sim. Evidentemente que nem todos são crimes de ódio e deve haver uma "peneira" nisso aí. Nesse ponto, sua crítica é válida. Contudo, você peca pela generalização excessiva em sua exposição.

      Quanto ao outro ponto: sim, conservadorismo não é xingamento. E não quis invalidar sua posição política ao enquadrá-lo enquanto conservador à brasileira. Por outro lado, ao me chamar de planfletário, você tenta me associar ao PSTU e ao PSOL, ou a qualquer grupo de extrema-esquerda.

      Meu caro, há mais ideologias entre o céu e a terra do que conservadorismo e socialismo. Eu não sou panfletário; apenas acredito que os brasileiros devem ter mais contato com o libertarianismo, com o liberalismo e com a social-democracia, deixando de lado a Veja e seu conservadorismo caboclo, bem como as festividades de PSOL/PSTU. Ficou claro agora? :) Logo, não trate quem fala mal desse lixo de revista como alguém panfletário; aquele que você critica pode ser alguém que entende mais de capitalismo do que muito leitor da Veja. Nesses tempos de Olavo de Carvalho e Reinaldo Azevedo, é sempre bom mostrar a 3ª via, a 4ª via, etc.

      Excluir
    10. Apenas uma complementação: eu não sou "pintoso", malho, e estava APENAS saindo da boate. Ou seja, o cara me viu e quis me agredir. Partiu pra cima. Foi bizarro (fugi, né). Então são situações vivenciadas numa base diária por muita gente. Talvez vc não tenha passado por isso - e espero que não passe - mas poderá passar um dia. Abs

      Excluir
    11. Adoro qdo a bicha conservadora sai de cena pq n consegue debater rsrsrs...

      Panfletária eh essa foto com iphone (novo nextel?) e essa roupinha de barbie pra ir à academia rsrsrs

      Excluir
  11. Reinaldo Azevedo, após a parada gay, soltou esse post: "A parada do arco-íris vira chapa-branca e atrai ainda menos público."
    Adivinhe se ele fez alguma menção sobre esta queda de público na marcha para Jesus.
    Nada, bico calado.
    As vezes, até acho que esse cara é contratado da igreja do Malafaia.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. E ele ainda se diz católico e escreve para um público que majoritariamente também se diz católico. Ainda que não houvesse um atrito entre evangélicos e os citados, até poderia ser coerente a atitude dele, mas na real não é bem assim. Eles só se unem para combater o "inimigo" em comum. São todos farinha do mesmo saco.

      Excluir
  12. Sempre achei que os discursos loucos do Feliciano e Malafaia são feitos muito mais para aparecer na imprensa, que infelizmente valoriza muito essas vozes ensandecidas - vide Zé Dirceu -. Eles impressionam também aqueles fiéis mais doidos e lesados, mas não é da índole brasileira cultivar assim de graça o ódio e o desprezo sobre o próximo.
    Assim, a redução de participantes da marcha de Jesus, em tempos de expansão evangélica, não surpreende.

    ResponderExcluir
  13. É sério que tem gente aqui defendendo Reinaldo Azevedo e Veja? Choquei. Se dizer "legalista" é uma bela desculpa para disfarçar a intransigência dele. Se o Congresso um belo dia aprovasse uma lei permitindo o casamento, tenho certeza de que ele diria que a questão não foi debatida com a sociedade, foi empurrada pelo Congresso goela abaixo... Qualquer estudante de segundo ano de Direito sabe que há muito tempo o debate no Direito deixou de ser sobre "legalismo".

    ResponderExcluir
  14. Não entendo como tanta gente bacana, antenada e politizada perde tempo com Veja. O Tony nunca posta (eu pelo menos não lembro) o que é publicado nas revistas boas como Carta Capital, IstoÉ, Época, Piauí e Caros Amigos. Essas sim publicações progressistas, sem preconceitos e totalmente a favor das conquistas LGBT. Por favor, se vcs não gostam de Veja, não leiam.

    ResponderExcluir
  15. Argh, Não Sou Rykah, Sou Paupérrima e Rancorosa3 de julho de 2013 16:57

    Essa revista só faz editoriais decentes (leia-se imergir num assunto e dissecá-lo como um inseto nas mãos de um biólogo) para os especiais locais, fato. No mais a revista não aprofunda porra nenhuma além de seu já costumeiro azedume antihomossexual e não falo apenas do mega-mala-sem-alça Reynaldo Azevedo e seus asseclas legalistas, há no texto geral todo um preconceito embutido como se nós fôssemos acabar com toda a ordem heteronormativa, chata e necessária p/ conservação desse sistema (matrimônio hetero) que gera infelizes de ambos os lados e só serve p/ fomentar a indústria de marias-chuteiras, marias-tatame, marias-frutas-ex-BBB e pagamento de pensões, PRONTO INTELECTUALIZEI NA MAYONNAISE.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Casamentos gays só vão produzir filhos felizes e bem resolvidos? Viajei na maionese?

      Excluir
    2. Argh, Não Sou Rykah, Sou Paupérrima e Rancorosa5 de julho de 2013 11:23

      @Anônimo a.k.a. TrollDetected: S.I.M. porque gays são qualquer coisa menos chatos, conservadores e burocratas, desta vez a maionese não desandou, viu? Beijo e mais respeito e boa vontade porque não sou sua bitch virtual, tsá? Procura um pitboy p/ espancar na rua, se ele te matar é a lei da compensação.

      Excluir
  16. nossa.. esse povo ta bem doido mesmo.. então não tem bicha: CHATA, CONSERVADORA E NEM BUROCRATA??

    pelo amor de deus então não tem bicha normal mesmo.. eu já desconfiava... que pena... ruim.. fazer parte de um povo assim.. acho que vou repensar minha orientação sexual.. tsk tsk

    ResponderExcluir