segunda-feira, 29 de abril de 2013

ME EXCOMUNGA QUE EU GOSTO

Meu, que merda de Igreja é essa que protege pedófilos e excomunga alguém como o padre Beto? Se alguém achava que as coisas melhorariam com o pseudo-simpático papa Francisco, acabou de ter sua ilusão esfarelada como uma hóstia amanhecida. Agora tenho vontade de pegar minha certidão de batismo e devolvê-la em pedacinhos à igreja onde fui batizado, para deixar bem explícita a minha apostasia. Perdoai-os, pai, mas eles sabem muito bem o que fazem.

15 comentários:

  1. Respostas
    1. Pois eh, vc ainda tá aki kkkkkkkk

      Excluir
  2. Eu já pensei em requerer oficialmente o cancelamento do meu batismo. Não tem nenhum efeito prático, mas tem um efeito moral incalculável.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Cogito isso aí também. Pouco me importa se a igreja irá aceitar ou não, pois já há muito tempo não sou cristão. Mas a questão do efeito moral é pesada mesmo. Imagina se chegassem vários desses em cada paróquia todo dia! hahaha

      Contra a Santa Igreja, cito um trecho da própria bíblia, para que prove de seu próprio veneno:

      "E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas.
      Porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniquidades dela.
      Tornai-lhe a dar como ela vos tem dado, e retribuí-lhe em dobro conforme as suas obras; no cálice em que vos deu de beber, dai-lhe a ela em dobro."
      Apocalipse 18:1-6

      E quem já faz tempo que não se considera católico ou cristão, mas que ostenta esse "título" por tradição ou medo de desapontar familiares, recomendo que reflita sobre isso aí. Quem sabe não toma coragem e sai do armário, quer dizer, da Igreja.

      Vocês não precisam de igreja e nem de livro sagrado pra serem bons. Basta fazer bom uso do cérebro.

      O padre Beto era bom demais para ser católico. A Igreja não o merece.

      Ricardo

      Excluir
  3. Rsrsr... além de perder as "ovelhas", manda embora os poucos pastores.... tsc tsc tsc...sem sentido algum!

    ResponderExcluir
  4. Não jogue fora, nem rasgue sua certidão batismo, pois já que os partidos políticos brasileiros adentram céleres seus poços sem fundo e os evangélicos se organizam de forma invejável para tomar o poder, ainda poderemos precisar da Santa Madre Igreja para nos salvar desses satanases.
    Parece ficção científica das mais terríveis e arrepiantes, mas já aconteceu em idos tempos no Império Romano e, mais recente, em países da Cortina de Ferro. Poderá ser nossa única saída, e também para nossa América Latina se livrar das Kirschners, dos Evos, dos Chavez et caterva.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Amarrando cachorro com linguiça.

      Excluir
  5. Ainda me pergunto pq tantos gays suplicam por aprovação dessa ou qualquer outra igreja...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ainda me pergunto pq tantos gays suplicam por aprovação dessa ou qualquer outra igreja... [2]

      É a velha questão da bola preta do Country X Groucho Marx.

      Excluir
    2. Tem várias igrejas que aceitam o casamento religioso entre pessoas do mesmo sexo...

      Excluir
    3. Meu caro, não é pura e simplesmente aprovação da igreja, mas é pelo poder de influência na sociedade que infelizmente ela ainda tem, mesmo aqui no Brasil, que se diz um país laico. Não me interessa a aprovação ou pelo menos a "não mais demonização" dela em cima daqueles que não seguem a heteronormatividade e que não compactuam com seus "princípios", mas sim que deixe-nos em paz e vão se preocpupar com quem é seu fiél por opção.

      Excluir
  6. O mio babbino caro
    Suscipiat sacrificium manibus Tui, ad laudem gloriam nomini sui, ad utilitatem quoque nostrum

    ResponderExcluir
  7. Vai ser um tiro no pé da igreja, vão perder mais fieis ainda!!!! O perigo é mais gente se debandar para as igrejas evangélicas e mais gente de mente cega pelo fanatismo religioso, por aí é munição para eles.

    ResponderExcluir
  8. PARA VOCÊ TONY:

    De acordo com as normas canônicas, para se abandonar definitiva e formalmente a igreja Católica e, dessa forma, deixar de fazer parte do número de fiéis apresentado anualmente pelo Vaticano, é necessário um requerimento formal, por forma a que seja praticado um “ato de defecção” (ou ato de apostasia).

    http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/intrptxt/documents/rc_pc_intrptxt_doc_20060313_actus-formalis_po.html

    Assim, e de acordo com o Prot. n.º 10279/2006 do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos do Vaticano, para se proceder ao abandono formal da igreja Católica, não basta o envio informal de uma simples carta nesse sentido. É necessário que o interessado apresente um requerimento formal na paróquia onde o respectivo batismo foi realizado para que se pratique o "ato de defecção" da igreja.

    O ato formal de defecção supõe um ato de apostasia, heresia ou cisma.
    Nos termos do disposto no Cân. 751 do Código Canônico, chama-se “heresia” a negação pertinaz, após a recepção do batismo, de qualquer verdade que se deva crer com fé divina e católica, ou a dúvida pertinaz a respeito dela; “apostasia”, o repúdio total da fé cristã católica; “cisma”, a recusa de sujeição ao Sumo Pontífice ou de comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos. Quanto às respectivas penas canônicas, dispõe o § 1. do Cân. 1364 que o apóstata da fé, o herege ou o cismático incorre em excomunhão “latae sententiae”.

    Para que o ato de abandono da Igreja Católica seja válido, consista num verdadeiro "ato de defecção" e produza os efeitos legais consequentes, deve concretizar-se na:
    a) decisão interna de sair da igreja Católica;
    b) atuação e manifestação externa desta decisão;
    c) recepção de tal decisão por parte da autoridade eclesiástica competente.

    O ato formal de defecção da igreja Católica fica averbado no registo de batismo do requerente e, consistindo na “ruptura dos vínculos de comunhão – fé, sacramentos, governo pastoral – que permitem aos fiéis receber a vida da graça no seio da igreja”, impede a mesma de contabilizar essa pessoa como “fiel” nas suas estatísticas anuais.

    ResponderExcluir