quinta-feira, 13 de maio de 2010

QUEM MATOU O MEU MARIDO NÃO FUI EU

Eis o almodovariano clip de "Insanidade Temporária", a melhor música do disco da Marisa Orth, dirigido pela minha amiga e colega de trabalho Ivy Abujamra. Dá até vontade de enfiar a faca em alguém, não dá?

(Lô Politti, obrigado pela dica)

6 comentários:

  1. Tony Goes,

    Vc percebeu que um jornalista da Rede Globo (Alexandre Garcia) fez comentários pra lá de preconceituosos e descabidos e desinformados e
    etc ... acerca da predisposição do Ministério da Saúde em encorajar casais soropositivos para o HIV a ter filhos - largamente embasado em evidências científicas que justificam tal política, e que todos os movimentos sociais que tratam do tema ficaram indignados com tais posicionamentos (inclusive foi motivo de uma enxurrada de manifestações contra os argumentos do jornalista)? Você, que se diz um militante da "causa gay" ao defender ferrenhamente o casamento entre pessoas do mesmo sexo etc ... e levando-se em consideração que o tema em pauta ainda é algo muito identificado (preconceituosamente contra!)com os homossexuais, em escala mundial, não mereceu sequer um post neste seu tão merecidamente acessado blog? Só quis registrar aqui a minha "estranheza", pois esperava compartilhar da sua opinião.

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  2. Hahahaha! Adoro o jeito que ela pronuncia TPM! Lady Gaga pra quê? Sou muito mais a Marisa.

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  3. Show de bola o clip !! Marisa rulez.!!Ah, e sua amiga é talentosa tbem..

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  4. Ao anônimo lá em cima: não, não fiquei sabendo dos comentários do Alexandre Garcia. E nem sei muito sobre o assunto para me sentir autorizado a emitir opinião.

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  5. AMEI A MARISA. E A MÚSICA REFLETE O QUE NÓS MULHERES SENTIMOS NUMA T-P-EMEEEEEEE!!!

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  6. Ok, Tony Goes, eu também não me sinto autorizado a emitir opinião (científica) sobre o assunto, uma vez que não sou cientista, nem médico, nem mesmo lido com tais temas mais profundamente no meu dia a dia. Mas conheço pessoas que estão diretamente afetadas pelo assunto que gostariam muito de obter apoio do maior número de pessoas (formadores de opinião como vc!) para questões dessa natureza - não podemos esquecer que a legislação das nações democráticas são impulsionadas exatamente pela demonstração dos desejos dos cidadãos que faz parte dela. O fato é que o jornalista em questão teceu comentários num programa da CBN sobre o assunto que revelou um retrocesso inconcebível no que diz respeito ao atual estágio das pesquisas sobre a doença e como toda a sociedade deve lidar com ela. O centro da questão: diante da possibilidade de um casal soropositovo (e aí não importa se apenas um deles ou ou dois sejam!)desejar ter filhos, o fato da soropositividade não impede que tal desejo seja concretizado (a possibilidade de que o filho nasça saudável é próxima a 99%, caso no procedimento de fertilização sejam observadas as recomendações do MS. Diante de tal "abertura", e contra todas as evidências científicas, o jornalista se posicionou com a seguinte e anacrônica afirmação: "e se o sangue dessas pessoas respingar nomédico que está realizando o parto? Ou seja: revelou uma profunda desinformação e preconceito contra as pessoas (homens, mulheres, seja lá qual for a orientação dessas pessoas. Ora, sabe-se que o contágio jamais poderia se dar dessa forma! Enfim, Tony, acho que deu pra vc entender o meu ponto de vista. Ah, e também não tô "cobrando" um posicionamento seu a respeito (embora essa e a outra mensagem possam sugerir exatamente o contrário!), apenas esperei que vc fosse se referir ao assunto. É isso. E mais: vezenquando vejo aqui que "anônimos" postam comentários agressivos e vc responde com um "mostre a sua cara". No meu caso, eu sou um pessoa anônima mesmo, sem nenhum interesse que não seja o que eu espero que vc entenda ao ler esta mensagem. Acho até que já me estendi demais (não tenho o seu poder de síntese pra me expressar escrevendo). De qualquer maneira, parabéns pelo blog... A milhas e milhas daí... um abraço, Ricardo.

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