quarta-feira, 26 de maio de 2010

PAPAI SABE TUDO

Ando meio enjoado de tanto falar em "Glee" aqui no blog, mas que se há de fazer? Ao lado de "True Blood", é a série americana mais importante do momento - e, não por acaso, as duas são pra lá de gay friendly. Quem ainda acha que "Glee" é só um bando de moleques cantando versões atrozes de sucessos de deevas beeshas precisa ver correndo a cena acima. O pai do Kurt, o personagem gay, venceu a homofobia graças ao amor que sente pelo filho e agora o defende com unhas e dentes, até quando o garoto não se sente ameaçado. É uma discussão bem ao gosto do politicamente correto: "faggot" está em vias de se tornar uma palavra proibida nos EUA, assim como "nigger" já o é em relação aos negros. Por aqui, eu defendo o contrário: uso "bicha" e "viado" a mais não poder, que é justamente para elas perderem logo qualquer carga pejorativa. Mas o discurso é mesmo de arrepiar, e ai como eu queria que o pai de toda biba fosse assim.

9 comentários:

  1. Além dos minisodes do True blood, estão saindo fotos do Sam e o Bill!! não sei o contexto da cena, mais gay friendly impossível. Contando os dias para a estreia de Junho.

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  2. Eu deveria enviar isso pro meu irmão, que está pra ser pai, pra ver se ele se emenda.

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  3. Meu, Tenso....
    Já imaginou uma cena dessas em horário nobre na TV aberta brazuca ??? (vai sonhando..)

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  4. Ultimante só esse personagem e a Sue vem salvando, anda chatinho; até o tão esperado da Madonna , de novo fora o Vogue da Sue, foi bem meia boca, mas devem ter gostado, vai ter o 2. Falando em 2, preguiça de ter q ir ver o Sex and the City; eu já vi as 2 piadas q vou gostar: 1) A Kim Catrall mostrando que é fodona e conseguindo aumentar o cachê, pq a biluzada quer ser mesmo é a Samantha. 2)A citação de Avatar qdo elas entram no hotel. Voltando ao Glee, tão precisando produzir melhor os numeros muisicas como eram no inicio: agora eles ficam pulando fazendo posinha. E gente: nunca mais tirem o boné do pai do Kurt, de boné ele é um tiozao diliça, mas sem revela m cabeção q parece um ET.

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  5. num passado bem longínquo, a palavra "gay" em inglês tb tinha o sentido de "imoral". ninguém mais usa com esse sentido há séculos.

    e "queer", até o início dos anos 90, era vista de maneira muito negativa tb (pois o sentido original é "estranho" ou "esquisito"), até as bichas e viados resolveram se apossar da palavra, hehehe.

    mas "faggot" parece que não passou por essa evolução...

    eu acho interessante o caso de "pédé" em francês. Meus amigos gays de 40 anos ou mais tem horror da palavra (por causa da associação com pederastia). Já os de 30 e poucos, ou menos, usam "pédé" pra lá e pra cá sem o menor pudor para fazer referências a eles mesmos ou a outros amigos gays.

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  6. Falando em seriado, estava lendo uma análise sobre a situação confortável da Fox nos EUA. Com o final de "Lost", a Fox concentra os seriados mas bem posicionados em termos de audiência. Fica difícil competir com quem tem "Glee", "Fringe", "House" e "Os Simpsons" à sua disposição.

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  7. Eu quase te escrevi falando sobre isso ontem, mas pensei a mesma coisa. Só falo coisa do Glee pro Tony! Mas fiquei arrepiado! Lindo, né?

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  8. Acho que o cara foi ao ponto em seu discurso: o problema não são as palavras, mas o ódio no coração das pessoas. E sim, quando não temos mais 16 aprendemos a perceber.

    Obrigado pelo bom momento ;)

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  9. Sue Silvester e Zoye (de Nurse Jackie) são as duas personagens absolutas do momento. Por falar em série bicha friendly pode incluir ai United States of Tara que veio mais viado do que nunca na segunda temporada, com um casal de gays vizinhos e viadeiro na escola do filho mais novo dela.
    Pegando o gancho do Douglas: tb decepcionei quando vi o pai do Kurt sem boné. Os últimos episódios de Glee tomaram um gás a mais na história, mas os musicais ainda deixam a desejar mesmo comparado com o começo da primeira temporada. Sarah Jessica Parker fez o favor de tentar estragar a série e conseguiu no filme, com o personagem dela boooring e desnecessário, vontade zero de ver o 2 tb.

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