domingo, 8 de novembro de 2009

O MEIO-NAMORO

"500 Dias com Ela" vem sendo saudado como uma comédia romântica inovadora, porque fala de algo comum na vida mas raro no cinema: o meio-namoro. Sabe aquele relacionamento em que um está perdidamente apaixonado e o outro não quer nada sério? Já participei de vários, nos dois papéis. Aquele clima não-trepa-nem-sai-de-cima - quer dizer, muitas vezes trepa, como o casal do filme, mas a coisa não "evolói". Onde "500 Dias" peca é justamente no quesito comédia: faltam piadas, que talvez o elevassem ao nível de um "Harry & Sally", para mim a obra-prima do gênero. Há um número musical que traduz perfeitamente a sensação de estar embriagado de amor, mas queria ter rido mais. É porque talvez o meio-namoro não renda mesmo muitas risadas: no fundo, não é bom para ninguém.

5 comentários:

  1. O meio namoro é muito triste! A gente sofre um montão! Por isso você não riu Tony.

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  2. meio namoro? meio ciúme? meio sofrimento? meia saudade? nunca entendi bem esse conceito! sou das antigas eu acho!

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  3. a minha vida é cheeeeeeeeeeeeia de meios-namoros... alguns eu nem sei se foram namoros mesmo...

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