sábado, 7 de novembro de 2009

IS THIS THE REAL LIFE?

Is this just fantasy? Custo a acreditar que os famososo prisioneiros filipinos continuam a gravar tributos coreográficos a ídolos do pop, enquanto que nas cadeias brasileiras o PCC comanda ataques pelo celular. É o efeito "Glee" / flash mob enchendo o mundo de alegria e bichice. O pessoal da penitenciária de Cebu é simplesmente a mais importante companhia de dança em atividade no momento: não tem pra Pina Bausch nem pra Débora Colker nem pra mais ninguém. Não sei porque eles ainda não foram chamados para dançar na entrega dos VMAs ou do Oscar. Ok, I get it: estão todos presos.

7 comentários:

  1. Dancing in the dark !7 de novembro de 2009 11:48

    no dear.. o Glee eh filhotinho do Efeito Cebu...

    afinal eles ja dancavam e davam pinta a muito tempo....

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  2. brilhante quem teve a ideia, quem os ensaia, quem enfrentou as criticas e levou o projeto adiante.
    quando vejo iniciativas assim nas Filipinas (ou na Colombia, no Mexico, na India e afins), vejo que no Brasil às vezes o que falta é ideia e vontade, não dinheiro... Melhor ainda terem escolhido o Queen!

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  3. Já imaginou os presidiários brasileiros por 10 minutos não pensando em matar uns aos outros, não estuprar ninguém, não traficar na cadeia, não comandar ondas de violência do lado de fora? Só por 10 minutos nada disso na cabeça deles. Já pensou?

    Pensei que só eu gostasse de Princes of the universe. :P Percebeu que um dos presidiários travestis da parte de I want to break free é o mesmo que fazia a "namorada" na coreô de Thriller? Qual crime será que ele cometeu para ainda estar preso?

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  4. È possivel pensarmos numa outra forma de sistema prisional! Essa é uma demonstração disso.
    Acho essas apresentações uma superação!!

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  5. eu postei no Facebook principalmente pela amiga de laranja e branco. tudo!

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  6. Li isso hoje e lembrei desse post.

    http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1371255-5598,00-EMPRESARIO+PERDOA+SEQUESTRADOR+E+MUDA+A+VIDA+DE+EXPRESIDIARIO.html

    Uma história muito linda mesmo. O triste é saber que isso partiu de um particular quando deveria ser obrigação do Estado.
    Me faz lembrar de uma frase dita pelo Moreira franco quando era prefeito de Niterói: "obra debaixo da terra o povo não vê".
    E investimentos no sistema pricional o povo também não vê, mas sente a longo prazo. Pena que isso leve mais de 4 anos para ter algum tipo de impacto.

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