segunda-feira, 16 de novembro de 2009

A BETHÂNIA DE SAIAS

O primeiro show que eu assisti na vida foi dos Secos e Molhados, em 1973. Não dá para descrever o impacto: eles eram a coisa mais transgressora jamais feita no Brasil, e eu tinha apenas 13 anos. E não dá para exagerar a coragem de Ney Matogrosso, rebolando e liderando as paradas em plena ditadura militar. Só por isto ele já merece todo o respeito, mas Ney é um puta artista. Depois de muito tempo sem vê-lo no palco, sexta passada assisti seu novo show, "Beijo Bandido", a serviço da "Folha de São Paulo". Minha crítica saiu no jornal de hoje, e os assinantes do UOL podem lê-la aqui. Fiquei tão impressionado que comprei o disco na saída, que ouvi sem parar no fim de semana. Ney voltou a ser um dos meus favoritos, e agora divide meu altar-mor com Maria Bethãnia, com quem tem muito em comum: a incessante pesquisa musical, a eletrizante presença cênica, a... Digamos que Ney Matogrosso é uma Maria Bethânia de saias.

6 comentários:

  1. Eu adoro ele... ainda bem que vejo sempre....

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  2. Finalmente consegui abri a página da folha via uol e ler sua coluna. Pensava em desistir, mas a teimosia venceu. Parabéns pelo texto.

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  3. Que título sacana e hilário!

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  4. tavez Bethânia seja um Ney de... saias!
    Amo os 2.

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  5. Vc escrever na FSP, tudo bem. Mas vc fazer "crítica"!!! Tô pasma!!

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