terça-feira, 18 de dezembro de 2007

O EVANGELHO SEGUNDO HERGÉ

Muita gente acredita na Bíblia, outros seguem o Alcorão. Pois para mim Hergé é meu pastor e nada me faltará. As aventuras de Tintin (prefiro escrever com "n" no fim, esnobe que sou) são meu "roman de formation", e tudo o que sei do mundo foi lá que eu aprendi - do signo de Kih-Oskh aos jardins de Moulinsart. E é por isto que estou me coçando por não estar em Londres neste exato momento: termina em janeiro a curta temporada de "Hergé's Adventures of Tintin", uma adaptação para o teatro de "Tintin no Tibet". É uma escolha curiosa: acho que seria muito mais fácil verter "As Jóias da Casatafiore" (meu favorito pessoal) para o palco, com sua ação concentrada num só lugar e seu jogo de espelhos e tapeações. Mas a crítica está elogiando muito a montagem, que consegue encenar um desastre aéreo no Himalaia, e onde o cachorro Milu é interpretado por um homem. Com mil raios e trovões, porque é que eu não estou na platéia?

Um comentário:

  1. o Herbert Richers e seu famoso marido Oscar ( se ele for filho do famoso tradutor dos filmes da seçao da tarde, eu conheci a irma dele em uma festa badalada no rio...e ela é demais....)

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